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terça-feira, 31 de maio de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Hotel Costa... em Caneças.
Ir a "águas e descanso" para Caneças onde até hotel havia. São pormenores do passado que nos fazem sorrir hoje. Mas Caneças era conhecida pela boa água e pelos "bons ares"...
domingo, 10 de janeiro de 2016
quinta-feira, 28 de maio de 2015
sábado, 15 de março de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Bombeiros Voluntários de Caneças.
História da AHBVC
A
Associação dos Bombeiros Voluntários de Caneças foi fundada por escritura
pública de 05 de Julho de 1977, sendo seus subscritores os sócios: António
Martins da Naia Lemos, Armindo Simões Serrão, Frederico Brandão Gomes, António
Alves, António Marques, Aires Leitão e João Helder da Silva Antunes, tendo os
respectivos estatutos sido publicados no Diário da República n.º 265, III
Série, de 16 de Novembro de 1977.
Para
alojar a Associação, e por intervenção da Câmara Municipal de Loures, foi
negociada, com o construtor de um prédio que estava em acabamentos, situado na
Rua Aires Martiniano da Silva, lote 2, a cedência de uma zona de loja.
Por
extraordinária coincidência de simbolismo, o nome desta rua era uma referência
a um Bombeiro da Corporação de Odivelas, morto em serviço, e cuja homenagem
fica aqui registada. Esta rua viria, mais tarde, a receber o nome de Rua dos
Bombeiros Voluntários, em homenagem generalizada a todos os Bombeiros.
A
primeira Assembleia Geral para eleição dos Órgãos Sociais, ocorreu em 05 de
Janeiro de 1978, sendo os primeiros Presidentes, da Assembleia Geral, da
Direcção e do Conselho Fiscal, respectivamente, os sócios: Carlos Alberto
Franco Quintinhas, João Helder da Silva Antunes e António Martins da Naia
Lemos.
A
Associação, ainda sem Corpo de Bombeiros, começou a prestar serviços na
área da saúde, à população de Caneças, possuindo, para tal, duas ambulâncias.
Uma cedida pela Casa de Repouso da Enfermagem Portuguesa e outra adquirida com
subscrição de títulos que, posteriormente, foram sendo pagos através de
sorteios mensais.
Nessa
altura, os Corpos de Bombeiros eram instituídos pelo Governo Civil de Lisboa,
após parecer do Inspector de Incêndios da Zona Sul, entidades que, à época,
superintendiam a criação de novos Corpos de Bombeiros na área do Distrito de
Lisboa. Esse foi o passo seguinte, na senda que a Associação tinha decidido
trilhar.
Em
Junho de 1980, foi legalizada a constituição do Corpo de Bombeiros, pelo então
Conselho Coordenador do Serviço Nacional de Bombeiros. Nesse mesmo ano, ocorreu
a primeira escola de Bombeiros. O primeiro comando foi exercido pelo
Comandante Alberto Fernando da Cunha. (http://www.ahbvc.pt/historia.htm)
(Primeira Viatura de incêndio - "Rita Tomé")
sexta-feira, 26 de abril de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Aldeia da Roupa Branca
Situada a norte do município de Odivelas, a freguesia de Caneças é delimitada pelas freguesias de Loures, Ramada, Famões, Casal de Cambra e Almargem do Bispo.
Segundo alguns autores, a povoação de Caneças foi fundada pelos árabes. O topónimo deriva da palavra Caniça que significa templo dos cristãos. A lenda popular, no entanto, é outra. Diz o povo que na passagem de D. Dinis, pela povoação, alguém lhe ofereceu água numa caneca, e daí a perpetuação do nome.
O povoamento da freguesia está registado através de diversas provas documentais dos mais longínquos povos. Os Dolmens de Pedras Grandes e Batalhas, monumentos funerários de grandes dimensões, atestam à fixação do homem nestas terras desde o período megalítico.
Integram a história da freguesia, de forma importante, as inúmeras fontes que povoam o seu território. A qualidade e abundância das suas águas, levou à sua comercialização em bilhas de barro, muito famosas e procuradas até finais dos anos 60, em Lisboa.
As lavadeiras dos seus rios que lavavam a roupa que as freguesas davam ao “rol” deram origem à película cinematográfica, hoje imortalizada pelo cinema – Aldeia da Roupa Branca – rodada grande parte em Caneças.
É ainda de realçar as famosas quintas de Caneças.
De salientar que desde finais do século XVIII, Caneças foi procurada pelas suas águas, ares e frescura dos seus campos,como local de repouso e veraneio, determinando a criação de pólos de cultura e divertimento que ainda hoje perduram.
Tem início em Caneças a notável obra do Aqueduto das Águas Livres.
Retirado de: http://www.jf-canecas.pt/Items/Freguesia/Historia.htm
Segundo alguns autores, a povoação de Caneças foi fundada pelos árabes. O topónimo deriva da palavra Caniça que significa templo dos cristãos. A lenda popular, no entanto, é outra. Diz o povo que na passagem de D. Dinis, pela povoação, alguém lhe ofereceu água numa caneca, e daí a perpetuação do nome.
O povoamento da freguesia está registado através de diversas provas documentais dos mais longínquos povos. Os Dolmens de Pedras Grandes e Batalhas, monumentos funerários de grandes dimensões, atestam à fixação do homem nestas terras desde o período megalítico.
Integram a história da freguesia, de forma importante, as inúmeras fontes que povoam o seu território. A qualidade e abundância das suas águas, levou à sua comercialização em bilhas de barro, muito famosas e procuradas até finais dos anos 60, em Lisboa.
As lavadeiras dos seus rios que lavavam a roupa que as freguesas davam ao “rol” deram origem à película cinematográfica, hoje imortalizada pelo cinema – Aldeia da Roupa Branca – rodada grande parte em Caneças.
É ainda de realçar as famosas quintas de Caneças.
De salientar que desde finais do século XVIII, Caneças foi procurada pelas suas águas, ares e frescura dos seus campos,como local de repouso e veraneio, determinando a criação de pólos de cultura e divertimento que ainda hoje perduram.
Tem início em Caneças a notável obra do Aqueduto das Águas Livres.
Retirado de: http://www.jf-canecas.pt/Items/Freguesia/Historia.htm
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Escola Primária transforma-se em Junta de Freguesia.
“Escola Primária
transforma-se em Junta de Freguesia
Parece mentira que há
uns quantos anos dei os meus primeiros passos académicos neste edifício.
Pois, é verdade. Foi
aqui que andei na escola, da 1ª à 3ª classe... Depois disso não houve muito
mais alunos a passar por lá e o edifício passou a albergar a delegação escolar.
Contudo, há vários anos que se encontrava abandonado. Até que, mais uma vez, a
Junta de Freguesia interviu: percebendo que as atuais instalações da sede da
autarquia já não se adequam à sua intervenção, decidiu comprar este imóvel e
transformá-lo nas suas futuras instalações.
Como o encargo
financeiro é incomensuravelmente maior do que o seu poder de compra, a maneira
que a junta encontrou para desbloquear esta situação foi solicitar parceria à
Caixa Geral de Depósitos, que será inquilina da Junta de Freguesia neste
edifício. De uma vez só, chega-se a dois anseios da população: melhores
instalações e melhores condições para irem tratar dos seus problemas e uma
agência da CGD, que ainda não havia na freguesia.
Após um processo que se
arrastou durante alguns anos (a burocracia em Portugal mete medo), finalmente
houve fumo branco.”
Retirado
do blog: http://naudabolha.blogspot.pt/2008_09_01_archive.html
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Igreja S. Pedro - 1956
(imagem retirada do Arquivo Municipal de Lisboa)
Igreja
Matriz
È
talvez o mais importante elemento arquitetónico de Caneças. Consagrada a São
Pedro, tem um curioso rodapé de azulejos no seu interior, e vários registos de
moldura policroma de finais do século XVIII (1786 e 1794).
Esta capela de cariz rural, apresenta uma fachada singela com um janelão de arco de volta perfeita encimando o pórtico de linhas direitas. Na fachada principal destaca-se uma torre sineira com relógio. No seu interior, a nave única tem 3 capelas: uma batismal transformada em local de devoção de vários santos, e duas capelas laterais que antecedem o arco triunfal. Tem também um púlpito e retábulo-mor, de estilo barroco, muito modestos. Ainda de salientar a existência de um coro-alto sustentado por duas colunas. Sabe-se que esta capela é anterior a 1719 pela existência de um documento de 1719, que proíbe os bailes no alpendre da igreja. Foi reconstruída e ampliada em 1758.
Esta capela de cariz rural, apresenta uma fachada singela com um janelão de arco de volta perfeita encimando o pórtico de linhas direitas. Na fachada principal destaca-se uma torre sineira com relógio. No seu interior, a nave única tem 3 capelas: uma batismal transformada em local de devoção de vários santos, e duas capelas laterais que antecedem o arco triunfal. Tem também um púlpito e retábulo-mor, de estilo barroco, muito modestos. Ainda de salientar a existência de um coro-alto sustentado por duas colunas. Sabe-se que esta capela é anterior a 1719 pela existência de um documento de 1719, que proíbe os bailes no alpendre da igreja. Foi reconstruída e ampliada em 1758.
retirado de: http://ocartaxeiro.com/pt/?page_id=266
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Fontainhas.
A
Fonte das Fontaínhas é de caráter público municipal, e desde sempre abasteceu a
população de Caneças.
As
referências datadas de 1888, permitem considerar esta fonte como a mais antiga
de Caneças.
Tem
como nascente a Ribeira das Águas Livres, e após a construção do aqueduto das
Águas Livres - que se inicia neste local, perde a sua força e é transformada em
lavadouro público.
O
aspeto atual desta fonte, decorre das obras realizadas em 1910 e 1932; no
entanto, a exploração e venda das suas águas não é autorizada pela antiga
Direção Geral de Minas e Serviços Geológicos, após pedido efetuado em 1938.
Em
1989, foram efetuadas obras de limpeza e restauro, tendo sido construídas
algumas infraestruturas de apoio aos visitantes, nomeadamente parque de
merendas, parque infantil, instalações sanitárias e estacionamento.
retirado de:
http://www.cm-odivelas.pt/Concelho/LocaisInteresse/FntFontainhas/index.htm
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Água das Fontainhas.

(imagem retirada do blog: http://pensarodivelas.blogspot.pt/)
É uma verdadeira "preciosidade" esta foto do anúncio. Eu ainda me lembro de ver as camionetas passarem nos "Bons-Dias" com as famosas bilhas de barro... cheias de água da fonte das Fontainhas.
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