Mostrar mensagens com a etiqueta Desporto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desporto. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Odivelas Futebol Clube.

(Retirada da internet - penso que seja dos anos 60)

domingo, 1 de setembro de 2013

Judo Clube de Odivelas.


Iniciou a sua actividade em 1976, designado como Núcleo nº10 de Lisboa, da Direcção-Geral de Desportos. Treinadores e atletas fundam, em 1984, o Judo Clube de Odivelas.



sábado, 18 de maio de 2013

Ciclismo amaddor - Ajax de Odivelas.


(Foto retirada do facebook)

domingo, 5 de maio de 2013

Tiradas do fundo da arca...

Os jogos de Futebol de 11, entre "Solteiros e Casados", eram feitos quase sempre... anualmente. Ou em ocasiões que as colectividades queriam fazer uma "pequena festa" entre os seus associados. Geralmente jogavam as "velhas glórias" contra "os rapazinhos" da altura. O "aguadeiro" intervinha com frequência durante o jogo e levava com ele o "remédio" (garrafão de vinho tinto ou branco). Havia muitas "lesões" durante esses jogos.
Este foi realizado no Lumiar - no campo dos padres - no final dos anos 70. 
Como podem verificar os "lesionados" eram mais que muitos...

domingo, 21 de abril de 2013

Grupo Desportivo dos Bons-Dias Ou Independentes dos Bons-Dias.


Muitas caras conhecidas, entre as quais a do meu amigo David (é o quarto à esquerda em pé). Foi ele que me cedeu algumas fotos que irei colocando ao longo do tempo. Felizmente que muitos ainda se hão-de recordar desta equipa de futebol de 11 do Grupo Desportivo dos Bons-Dias ou dos Independentes dos Bons-Dias (quem souber que deixe o comentário). Com a maioria dos que estão na foto também eu joguei futebol de 11 e de Salão.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Águias da Ramada

Penso que seja uma foto dos anos 60. Foi retirada do facebook da página:
                                                   "Odivelas de Outros Tempos".

domingo, 21 de outubro de 2012

União Desportiva Casal do Privilégio.



A União Desportiva e Recreativa Casal do Privilégio É a única coletividade que, no concelho, se dedica ao Boxe Olímpico, modalidade que, dentro do boxe, dá prioridade à defesa da integridade física dos atletas.
Quase uma centena de atletas treina e combate na União Desportiva e Recreativa Casal Privilégio, na Póvoa de Santo Adrião, em Odivelas. Dentro do ringue esquecem a vida lá fora pela força dos punhos e pelo espírito desportivo.
União Desportiva e Recreativa do Casal do Privilégio
Morada: Rua Casal da Granja 
2620 PÓVOA SANTO ADRIÃO 
Contacto: 219389221






segunda-feira, 15 de outubro de 2012

GROB - Grupo Recreativo Olival Basto


GROB – Grupo Recreativo Olival de Basto

Um dos históricos clubes do concelho de Odivelas, fundado em 1937, portanto já com a bonita idade de 72 anos de seu nome, Grupo Recreativo do Olival Basto, mais conhecido pelo GROB.

O GROB foi um dos esteios do Futsal em Portugal na década de 90, participando por várias vezes nos Campeonatos Nacionais.

Durante a década de 90 fizemos alguns feitos do qual nos orgulhamos muito.

Na época de 1994/1995 sagrámo-nos campeões distritais no escalão de juvenis.

Também na mesma época o nosso escalão sénior sagrou-se campeão de Série e vice-campeão da II divisão nacional.

Em 2000/2001 o escalão de juvenis foi vice-campeão na modalidade.

Em 2001/2002 fomos campeões da III divisão nacional também com o escalão Sénior.

Na época de 2004/2005 cede os direitos desportivos ao Odivelas Futebol Clube, passando por um interregno em termos competitivos até regressar à competição em 2006/2007.

Em 2009/2010 e 2010/2011, nestes dois anos consecutivos, os escolas do grupo recreativo olival basto,  sagraram-se campeões na sua série.

A nível financeiro como acontece em quase todos os clubes do concelho, existem diversas dificuldades financeiras mas a muito custo vai-se mantendo o Futsal federado.

Para além da falta de dinheiro, também no GROB a falta de voluntariado dirigente se faz sentir até pelo divórcio que há entre os sócios e o clube e a pouca adesão dos novos residentes do Olival Basto ao apoio da coletividade da sua terra.

Os poucos sócios que mantêm as quotas atualizadas pagam uma quantia quase simbólica no valor de 1,50 cêntimos/mês que obviamente não chega para fazer face ás despesas mensais.

É através de pequenos patrocínios e do apoio da Junta de Freguesia do Olival Basto que o GROB vai sobrevivendo. A Câmara Municipal de Odivelas apenas dá o apoio correspondente ao PAADO e que é claramente inferior à ajuda dada pela Junta.

A sua Sede Social também é pouco movimentada e apenas aos fins de semana sobretudo quando há jogos de futebol dos grandes é que a casa enche. Uma das adversidades das equipas de Futsal do GROB é a falta de horários disponíveis nas instalações desportivas do município para treinos que proporcionariam melhores condições aos atletas e consequentemente resultados desportivos condizentes com o prestígio do clube.

As equipas de Futsal do Grupo Recreativo do Olival Basto fazem os seus jogos oficiais em casa no Pavilhão da Escola Secundária Pedro Alexandrino.

Retirado de: http://grobfutsal.wix.com/grob#!__historia-do-clube




sexta-feira, 15 de junho de 2012

CLUB DESPORTO JARDIM DA AMOREIRA.


O CLUB DESPORTO JARDIM DA AMOREIRA, fundado a 4 de Maio de 2011, nasce com o intuito de promover a prática desportiva entre os jovens.

O CDJA foi criado por um grupo de amigos, pais e familiares da Freguesia da Ramada (Odivelas), que procuram dar o seu contributo à comunidade através do desenvolvimento da actividade física e integração social. Formar atletas e cidadãos.

É assim que aparece referenciado na sua página (com o slogan: "Amizade e Fair-Play"):

http://www.omeuclube.org/AMOREIRA/

Também está no facebook:

http://www.facebook.com/pages/Club-Desporto-Jardim-da-Amoreira/112628535490449

Os meus votos de "Longa Vida".

António Serra

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Carros de corrida... em miniatura




Foi disputado em 2010
retirado de:
http://mmslot.blogspot.com/2010/01/fotografias-festival-classicos.html

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Unidos do Botafogo



A Sociedade Recreativa Unidos ao Botafogo é um Clube de Futebol de Portugal, da cidade de Caneças, foi fundado em 1962 e é Chamado apenas de Botafogo.


História



A Sociedade Recreativa Unidos ao Botafogo tem este nome porque havia enviado cartas a diversos clubes importantes internacionalmente na época, em 1962, foram feitos convites a vários clubes por um senhor chamado Ilílio . Para o Brasil, Espanha e outros países. Mas positivo , antes de aparecer o Botafogo foi a resposta dada pelo Porto. Tanto que o primeiro nome desta colectividade era para ser Unidos ao Futebol Clube do Porto Campos de Caneças. Só que quando já estava tudo mais ou menos organizado para ser filial do Futebol Clube do Porto, esse tal Sr. recebeu uma carta vinda do Botafogo do Brasil a dizer para ir ao aeroporto de Lisboa receber os equipamentos. Consistiu simplesmente em camisolas para jogar, e posto isso então adoptou-se o nome na altura de Unidos ao Botafogo Futebol Clube Campos de Caneças e mais tarde nasceu o nome de Sociedade Recreativa Unidos ao Botafogo.

fotos e texto retirados de:
http://www.amoraobotafogo.blogger.com.br/2005_10_01_archive.html

terça-feira, 7 de junho de 2011

Acabou o Odivelas Futebol Clube.



Em 1939, eclodia na Europa a Segunda Guerra Mundial. Os jornais noticiavam o avanço de Hitler. Despreocupados, alheios ao conflito que não atingia directamente o nosso país, um grupo de rapazes de Odivelas decidia fundar o "Odivelas Foot-ball OS GATINHOS", clube precursor do ODIVELAS FUTEBOL CLUBE. Arrendando em casinha na Rua do Neto, nº1, entretinham-se a jogar uns com os outros, muitas vezes sem local determinado. Entre os sócios fundadores de "OS GATINHOS", salientam-se o Celestino, o Adão e o Ilhéu. Em 1945, a Guerra terminava. Por coincidência "OS GATINHOS", puseram fim à sua actividade nesse ano. Nessa altura Odivelas ainda era um conjunto de quintas, em que todos se conheciam. Apenas havia um projecto e mal se sabia, então que o sonho ir-se-ia tornar realidade. Asdrúbal Abel dos Santos, António Neves (Tonica), Victor Manuel dos Santos e José Fernando Reis de Carvalho foram os quatro sócios fundadores do clube, que em Julho de 1945 decidiram retomar o "ODIVELAS FUTEBOL CLUBE".


No velho campo Diogo José Gomes

A SEDE: Sede, já havia, por vinte cinco escudos. Mas onde arranjar dinheiro para pagar essa fortuna? No principio, os quatro avançavam com parte dos salários, mas a eles juntaram-se mais doze sócios e a imaginação resultou: obtiveram duas mesas de matraquilhos, no Parque Mayer, que foram instaladas no jardim, junto ao largo do Instituto. Cada jogo custava uma preciosa moeda de dois tostões e ao fim do dia os fundadores do clube vinham recolher as moedas. E para que as mesas não desaparecessem, faziam turnos em cada noite, dormindo junto a elas. Quando estava muito frio, em pleno Inverno, juntavam esforços e transportavam-nas, para a sede. António Neves (Tonica) teve outra ideia; passou a comprar garrafões de ginjinha, no Largo de São Domingos, na casa que ainda hoje existe e servia "eduardinhos" na sede. Para estimular o consumo, organizavam-se jogos de cartas, em que o vencedor bebia "eduardinhos", à custa do vencido, em garrafões que tinham rápido consumo. Quem hoje passa pela actual sede, na Alberto Monteiro, e se escandaliza com as cartas e o amor Baco revelado por muitos dos frequentadores, ignora que já de há muito existia essa realidade, a exemplo de numerosas outras colectividades. Com o dinheiro dos matraquilhos e as receitas dos "eduardinhos", o clube alugou botas, joelheiras e caneleiras no Arco do Cego. O Neves apanhava a camioneta da Arboricultura, junto ao cruzeiro; pagava vinte cinco tostões. Depois, regressava, carregado, logo que o jogo terminava, apressava-se a entregar o material, pois quanto mais tempo demorasse mais teria de pagar.
Equipamento, O Sonho de Possuir Material Próprio: Ao fim de algum tempo, estava reunido o dinheiro necessário. A Casa Sena na baixa junto ao Tribunal da Boa Hora, forneceu por encomenda os artigos já com as cores do clube, o preto e o encarnado. A aquisição do equipamento encheu de orgulho os sócios do Clube, que pediram a Eduardo Pereira Veríssimo, o proprietário de um restaurante à entrada do Largo D. Dinis (o prédio já foi demolido) que colocasse na montra as camisolas e os calções, para a população admirar e se entusiasmar com o Clube. Mas acabaria por ser o próprio Veríssimo quem mais se deixou contagiar pelo dinamismo do Clube. Ele viria a ser o principal dirigente e o grande obreiro do ODIVELAS FUTEBOL CLUBE, o homem que simbolizou a passagem do Clube à fase de crescimento. A primeira equipa a envergar o novo equipamento, em 1947, era constituída pelos seguintes jogadores: Asdrubal Abel dos Santos, João Patrocínio, Manuel Patrocínio, Francisco Martins, Júlio Pedrosa, Carlos Rato (Bobi), José da Graça, Orlando Silva Santos, Victor Manuel Santos (Negos), Manuel (Manelito) e Mário Luís. Os sócios pagavam de quotização vinte cinco tostões, que na altura era muito. Mas a população aderiu e em pouco tempo fizeram-se muitos sócios, não havia, no principio, uma verdadeira direcção, mas um conjunto de pessoas que estavam à frente do clube e que faziam tudo.
Apoios: Era então normal os adeptos apoiarem a equipa, deslocando-se em excursões às localidades da região: Bucelas, Santa Iria, Tojal, Loures - o Clube e particulares, como a Maria Rosa, Tia Alexandrina. e outros alugavam camionetas à Arboricultura e vendiam bilhetes. As camionetas partiam a seguir ao almoço, embandeiradas, em fila indiana. A concentração era no cruzeiro ou no largo Dom Dinis; muitos não iam por causa do preço, entre os apoiantes e dirigentes, destacou-se o Dr. Simões Coelho, médico do Clube, que nunca recebeu um centavo e não faltava aos jogos, como o médico da equipa, os jogadores também lutavam por amor á camisola. Eram outros tempos.
Não havia jogos em Odivelas e o campo mais próximo situava-se na Póvoa. Em 1952, Eduardo Veríssimo e António Neves (Tonica) tomaram uma decisão, arranjar um campo de futebol. Depois do jantar, no dia 7 de Fevereiro de 1952, ambos foram ter com D. Carolina proprietária do terreno, que na altura estava arrendado, desde do campo actual até à ponte, ao Sr. José Augusto das Neves. O António Neves (Tonica) ficou no cruzeiro, pois era mais tímido, enquanto o Veríssimo, que tinha maior desenvoltura, entrou na casa da D. Carolina. O Veríssimo regressou cerca da meia noite. Vinha feliz e comunicou ao Neves (Tonica), que continuava no cruzeiro paciente a espera :"Está resolvido. Vamos pagar 150 escudos por mês, mas já temos campo". Logo no dia seguinte, o Neves (Tonica) deu inicio às obras. Eram 6.30h da manhã, quando a sua picareta entrou em acção, deitando abaixo parte de um pombal em pedra preta, com grandes buracos, e que era particularmente estimado pela proprietária, que havia advertido :"Não deitem abaixo o pombal". Mas para construir o campo era indispensável que o pombal "fosse abaixo", pelo que o Neves (Tonica) não hesitou em dar inicio à obra, que teve de ser concluída pelos militares da Pontinha, com dinamite e tractores. A proprietária fingiu ignorar a tropelia, pois também ela se considerava já do Odivelas. Durante oito meses, o Neves (Tonica) esteve continuamente a construir um campo, dando parte de doente no seu emprego. Fazia um pouco de tudo: carregava tijolos, dava serventia, e até dormia nas obras muitas vezes, para guardar. Mas muitos outros ajudaram gratuitamente. As bolas que estão à entrada, junto ao portão, foram feitas pelo Asdrúbal Abel dos Santos. Mas o grande dinamizador foi, sem duvida, o Eduardo Veríssimo, pois graças a ele conseguiu-se o terreno e a colaboração dos militares da Pontinha, que cederam as máquinas (tractores, escavadeiras, máquinas de brocar) e pessoal (os militares tomavam as refeições no seu restaurante). Os materiais foram adquiridos na estância, ao Sr. Chico, que adiantava os fornecimentos, pagos à medida das possibilidades. Fazia-se recolha de fundos; uns davam dinheiro, outros materiais outros o seu trabalho. Em 1952, foi concluído o campo. Sobre ele escrevia o "Diário da Manhã" de 10/11/52: com notório exagero no que respeita à capacidade, "o novo campo terá a capacidade para 20.000 espectadores, custará cerca de cem contos e será inaugurado no dia 23 do corrente".

A expansão: A equipa de futebol conseguiu bons resultados e rapidamente subiu ao regional. Um dos jogos mais marcantes teve lugar em Frielas, em 21/10/51. Ao intervalo, o Odivelas perdia por 3-0; no final, ganhou por 4-3. Entre os jogadores, destacaram-se o Francisco Martins (Chico Preto), Mário Popa, João Patrocínio, Asdrubal, Victor Manuel, Victor Manuel dos Santos (Maneguito). Em Agosto de 1955, a equipa deslocou-se à Ericeira e desta vez houve barulho fora de campo. O Desportivo da Ericeira e os seus adeptos, com a derrota 2-1, provocavam os Odivelenses e mandaram as mulheres "cozer meias", deram uns empurrões e atiraram pedras á camioneta. Nessa altura, o guarda-redes, chamava-se "Tarzan". Quando o clube perdia, chorava copiosamente durante muito tempo agarrado às redes. Mas outros bons jogadores também se destacaram: Valadares, Ramos (Preto da Urmeira), Asdrubal, Júlio, Veiga, Zé Calças. Outro episódio interessante: a fuga do árbitro até o Senhor Roubado num jogo, o árbitro estava a prejudicar o Odivelas, pelo que os populares perseguiram-no pelos caniços; o Victor pegou na sua viatura e conduziu o trio de arbitragem a Lisboa. Entretanto o Clube crescia... Em 1955 surgia a sede administrativa, na Rua Alberto Monteiro, e que foi durante muitos anos um Centro de Cultura. Em 1957 o Odivelas teve uma boa carreira no Distrital da terceira Divisão. O "Mundo Desportivo" de 29/5/57 escrevia: "no Domingo verificou-se mais uma jornada da segunda Divisão. O Odivelas depois de ter ganho ao Carcavelos, e beneficiando da derrota do Via Longa viu aumentar a sua vantagem de um para três pontos, o que a 3 jornadas do fim da prova, parece indicar que o título já deve ter dono". A uma jornada do final da prova, o "Record" de 16/6/57 referia: "o virtual vencedor já está apurado. Trata-se do Odivelas que ao longo da prova se cotou como a melhor equipa. No entanto a sua tarefa revestiu-se de muitas dificuldades, devido a replica valorosa dos adversários". No ultimo jogo, disputado em Odivelas, o Clube defrontou o velho rival. Eis a pitoresca descrição do Diário de Noticias de 17/6/57: "Desde manhã cedo que o Odivelas teve em festa porque o Odivelas Futebol Clube era já o campeão distrital da 3ª Divisão. Quando os jogadores locais aparecem em campo, foram aclamados entusiasticamente, tendo recebido ramos de flores por graciosas meninas. E, por seu turno também ofereceram lembranças aos seus adversários". A cerca de 15 minutos do final, o Odivelas perdia por 1-3. Mas a passagem da meia hora, um bom remate de Rodrigues reduziu a diferença para 2-3, os campeões reagiram e a 5 minutos do final, Rafael estabeleceu o empate. O Odivelas acabaria por ascender à 2ª Divisão Distrital. Um dos seus adeptos e espectadores foi o grande actor Vasco Santana, alvo da curiosidade geral. Em 21 de Setembro de 1959, realizou a festa de homenagem ao jogador mais antigo do Clube, Asdrúbal Belo dos Santos, com o jogo entre o Odivelas e a velha guarda do Sporting. Ernesto M. Costa, Presidente da Direcção, descreveu-o: "É tão ardoroso na luta pela bola e tão vibrante a sua maneira de arrancar para a disputa da dita, que presentemente é difícil ver um jogador assim".





O Futuro: 2003 O Ano da Viragem: O ano de 2003 foi deveras marcante para a vida do clube não só porque terminou a sua passagem pelo velhinho Diogo José Gomes como se procedeu à inauguração do novo complexo Lúdico / Desportivo junto ao Estádio Arnaldo Dias dando-lhe uma imagem diferente como clube, com a inauguração de dois novos campos, um relvado com bancada com capacidade para oitocentos lugares sentados e um de piso sintético, bem como infra-estruturas de apoio, assim como balneários amplos e modernos. Nesta viragem a direcção do clube optou por implementar uma estrutura empresarial, de forma a dotar o clube de meios económicos e financeiros a poder solver os compromissos assumidos e a projectar o clube para voos mais altos. Assim foi criado um grupo de trabalho dentro da direcção, que começou a dar os primeiros passos na criação da estrutura empresarial do clube, que se irá desenvolver nas seguintes áreas: Criação da Escola de Futebol “OFC”, de forma a possibilitar a iniciação da prática desportiva e de serviços complementares, “OTL’S” ocupação de tempos livres, férias desportivas e serviços de transportes porta a porta. OFC Comércio e Serviços – Comercialização dos produto da marca ”OFC”, seu merchandising e outras marcas, aproveitando o espaço de “Loja” existente no novo Complexo Desportivo. OdivelMed – Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho – Prestação de serviços nestas áreas a todos os sócios, simpatizantes e tecido empresarial. Desenvolvimento da carteira de clientes de forma a podermos em parceria com o centro de fisioterapia (Clinica), poder servir em simultâneo os objectivos comuns. Clínica (Serviços de Fisioterapia/Psicologia) – Prestação de serviços nesta área a todas as entidades desportivas necessitadas, bem como parcerias com outras entidades. Serviços de Lavandaria – Prestação de serviços nesta área a sócios, empresários, hotelaria e entidades desportivas. Bomba de Gasolina/Estação de Lavagens – Parceria com entidade especializada nesta área de forma a podermos nos terrenos do clube implementar estação de lavagem e bombas de fornecimento em local estratégico a encontrar. Creche Infantário ATL – Prestação de serviços nesta área de actividade de forma a dar satisfação às necessidades da população residente em volta do complexo. Health Club – Separação de fracção autónoma de forma a podermos dar início ao projecto, no topo sul do actual estádio Arnaldo Dias e procura de parceiros estratégicos para a sua realização. Assim, será o futuro do “Odivelas Futebol Clube” servindo como referência e escola de virtudes na periferia de Lisboa, de forma a poder ombrear com os grandes clubes da capital, aliando a qualidade com o bem estar.


Certidão de óbito:

Foi hoje decretada, 22 de Março de 2011, oficialmente, a “morte” do Odivelas Futebol Clube (OFC).
A última assembleia de credores que decorreu hoje no Tribunal de Loures, decidiu votar contra a continuidade deste clube, não aceitando a proposta de pagamento apresentada pelo Administrador de Insolvência.
Assim, não coube outra decisão à Meretíssima Juiza senão decretar que se proceda à liquidação do OFC.
História retirada do site: http://www.odivelasfc.com/

terça-feira, 18 de maio de 2010

União Desportiva Cultural e Recreativa dos Bons-Dias


Da esquerda para a direita.
Em cima:
Nicolau(treinador), David, Serra, Vasco, Carlos, Camões, Joaquim,Madruga, Jaime e Zé Carlos
Em baixo:
Fernando, Jorge, Pedro, ???, Zé Santos, ??? e Paulo (irmão do Vasco)
Um anos mais tarde nasceria a primeira equipa “fundada” nos Bons-Dias. Deram-lhe o nome de: “Santos” (nome tirado da famosa equipa brasileira onde o Pélé jogava). A cor do equipamento era branco com gola e punhos verdes... se a memória não me falha. Os jogadores eram, basicamente, dos Bons-Dias com algum pessoal da Ramada e do Alto da Ramada. Ainda fui ver um ou dois jogos na altura(infelizmente não tenho registos fotográficos dessa equipa).
A segunda equipa a “nascer” nos Bons-Dias foi a: “União Desportiva Cultural e Recreativa dos Bons-Dias” entre 1976-1977 da qual eu fiz parte – como jogador e Tesoureiro da Direcção. Foi uma equipa que nasceu pós-25 de Abril e por causa dele.
Havia uma “Fábrica de Mosaicos” que estava abandonava há muitos anos. Em 1975 um “grupo de malta”, onde me encontrava incluido, impulsionados pelos “ventos de revolução”, que andavam no ar, resolveu ocupar a dita. A intenção seria fazer daquelas instalações uma “creche” para as crianças e um centro de convívio para os habitantes dali e dos arredores. Não havia perto nenhuma sociedade que tivesse aqueles atributos.
Apesar de ter sido chamado o “COPCON” para nos desalojar tal não serviu os interesses de quem nos havia denunciado. Acabámos por continuar a ocupar o espaço e ali organizar festas com intuito de angariarmos dinheiro para os propósitos que tinhamos definido. Muitas foram as noites que eu e outros lá passámos em vigilia. No entanto acabaríamos por ser desalojados e sobraria só a euipa de futebol de 11 que entretanto se formara. Ainda se alugou uma cave no Bairro dos Bons-Dias onde o meu pai e outros lá andaram a trabalhar. Mas entretanto por razões que não interessam agora acabou a “União” e alguns dos que se tinham juntado mais tarde fundaram o “Grupo Desportivo dos Bons-Dias” que se mantém até aos dias de hoje.


Foto Pessoal

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Águias da Ramada


A vontade de jogar continuava pelo que, mudou-se o equipamento e mudou o nome da equipa (por vontade de uma maioria de benfiquistas). Assim nascem os “Grupo Recreativo Águias da Ramada”. No emblema constava, como não podia deixar de ser, a célebre “águia” do SLB. (Já no final dos anos 70 ainda joguei pelos “Águias” e, por sinal, ganhámos o jogo...).
Esta “equipa” teve uma grande adesão por parte da juventude de então. Apenas “cortada” pelo “serviço militar”, que a pouco e pouco, foi recrutando os seus elementos para a guerra colonial.

Fotos pessoais


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Estrelas da Ramada


Na sequência de desavenças havidas entre os mais velhos, que constituiam o núcleo do "Ramadense", resolveram criar um nove clube. Assim nasceu os “Estrelas da Ramada” (equipamento: camisola azul e calção branco) cujo emblema era, como o nome indica, uma estrela. Só que não adivinhavam os problemas que iriam surgir com essa escolha. A “estrela” estava conotada com a “Europa de Leste Comunista” (Estrela Vermelha Belgrado). Este foi o motivo para as “forças da ordem” proibirem o uso desse simbolo nos equipamentos (conversa havida com o Sr. Pena / guarda-redes). Ou seja não podiam jogar...

Não sei por quanto tempo terá existido porque pouco tempo depois havia de "nascer" um outro clube... A Ramada era então um pequeno lugar, com poucas casas, como a fotografia mostra.



A "mina" de água ao centro da rua.

Fotos: 1 - Pessoal 
            2 - Foto retirada de: Arquivo Fotográfico Distrital de Lisboa



terça-feira, 30 de março de 2010

Futebol de Outros tempos - Ramadense


Falar de qualquer terra ou “terreola” terá que forçosamente se falar de “Futebol”. Era o desporto das “massas”. Para os jovens bastavam um bocado de terra, mais ou menos plano, uma bola e duas pedras de cada lado a fazer de baliza. Eram tardes na “jogatana” até a noite se pôr ou... até o “dono da bola” se chatear e levar com ela a “redondinha”.
À volta dessas brincadeiras de miúdos começavam a formar-se “equipas” e, com a ajuda dos mais velhos, a formarem-se clubes. Esses clubes tentavam arranjar uma “sede” e a partir daí era toda uma panóplia de diversões que eram fomentadas.
Os “bailaricos” onde se encontravam as miúdas (acompanhadas das respectivas mães) e onde começavam “namoricos velados”. As “almoçaradas” feitas pelos mais velhos aos domingos e que se prolongavam pela tarde fora entre jogos de dominó, de cartas ou de “chinquilho”. Claro que tudo “isto” regado a vinho tinto ou branco conforme o gosto de cada um.
Foi, mais ou menos, desta forma que as colectividades foram aparecendo.
Na Ramada também assim foi. Em conversas que fui trocando com “gente daquela altura” fui esclarecendo algumas dúvidas que tinha. Há uma geração de diferença entre mim e eles. Eu era um “puto” e eles já eram “homenzinhos”...
O primeiro clube na Ramada terá sido o “Ramadense”. Naturalmente o nome associado à própria localidade. Pelo que me foi dado perceber, pelas conversas que já depois de adulto tive com gente mais velha, terá tido o seu início na década de 60. Contrariamente ao que seria de esperar à época o equipamento era à F.C.Porto. (Conforme podem verificar pela foto cedida pelo Sr. Pedro).

Foto pessoal

quinta-feira, 18 de março de 2010

Sacavenense.


SACAVENENSE completa um século de vida

O Sacavenense completa amanhã cem anos de vida e tem um historial muito interessante para contar, uma história que andou sempre de "braço dado" com a própria história de Sacavém.
Tudo começou com o futebol e com o atletismo. O Sacavenense é um clube histórico, sócio nº 31 da Associação de Futebol de Lisboa e participou logo no terceiro campeonato que aquela associação organizou, corria então a época de 1913/1914.
O futebol foi sempre praticado no clube sem qualquer interrupção, mas muitas mais modalidades foram praticadas ao longo dos seus cem anos de vida: hoquéi em patins, atletismo, ciclismo, voleibol, basquetebol, andebol, rugby, lutas amadoras, futsal, motorismo, ténis de mesa, ginástica, tiro com arco e airsoft.
Foi campeão de Lisboa na 2ª Divisão em 1931/1932, jogou nas épocas seguintes com os "grandes" de Lisboa e em 1977/1978 assinou novo feito inédito ao sagrar-se Campeão Nacional da 3ª Divisão, vencendo na final o Desportivo das Aves por 3-1. A partir daí vem alternando presenças na 2ª e 3ª Divisões com passagens pelo Campeonato Distrital.
Em basquetebol venceu o Campeonato da 3ª Divisão na época de 1970/1971.
Ao longo da sua vida o Sacavenense foi agraciado com a medalha de prata e ouro pelos serviços prestados ao Concelho de Loures e com a medalha de Mérito Desportivo, pelos serviços prestados ao País, sendo também Instituição de Utilidade Pública desde 1986.
Um clube do povo e das suas causas Pelo Sacavenense têm passado muitos dos melhores filhos da terra, seja como atletas, dirigentes, seccionistas, colaboradores ou simples associados. Durante a sua existência, o S.G.S. conheceu a monarquia, a Primeira República, o Estado Novo e a democracia. A par da actividade desportiva, a actividade cultural não lhe fica atrás em riqueza. Existiu um grupo de teatro, um conjunto musical, biblioteca, comissões culturais e colóquios onde marcavam presença
as mais importantes figuras do desporto.
Fizeram-se recolhas de roupas e brinquedos para entregar aos mais necessitados e foi por lá, com o recurso a aulas nocturnas, que muitos completaram a formação que a selectividade do ensino e as difíceis condições de vida das suas famílias lhes negavam. Inserido numa zona operária, o Sacavenense viveu também todas as grandes lutas do operariado e foi a seu tempo e a seu modo um baluarte da resistência popular ao fascismo.
Retirado de: "O Meu Jornal"

quinta-feira, 4 de março de 2010

Odivelas Basket Clube


Odivelas Basket: O basquetebol em Odivelas

Ainda dá os primeiros passos e vive o primeiro ano da sua vida. Fundado em 1 de Junho de 2009, o Odivelas Basket teve origem na secção de Basquetebol da A.C.R. Quinta do Mendes. Ricardo Gaspar explica que "era necessária a especialização, para que a prática do basquetebol pudesse evoluir no Concelho, onde somos os únicos paraticantes federados da modalidade. Há outro clube com prática de basquetebol, mas apenas no Inatel."No Odivelas Basket pratica-se a modalidade desde o mini-basquetebol e sub-14, com equipas masculinas e femininas, até aos sub-20 (já terminaram a época), passando pelos sub-16 e cadetes. "A estrutura está mais forte, temos mais experiência e pessoas especializadas nas áreas do marketing e administrativa, que são fundamentais para a evolução do clube", acrescenta o dirigente. Só em mini-basquet são já 35 os jovens atletas.
Retirado do jornal: “Omeu Jornal” de 4 de Março 2010