
A capela é hoje a recepção da biblioteca D. Dinis em Odivelas. Este altar foi restaurado e colocado onde esteve sempre. Também ali está a lápide tumular de D. Gil Vaz Lobo. Eu tenho a foto dessa lápide e, se ficar bem visível, vou colocá-la. Hoje, o meu objectivo era assinalar o 1.º de Dezembro, e referir um conjurado ligado à terra onde vivo há vários anos.
Este altar era da capela de N.ª S.ª do Monte do Carmo em Odivelas. Foi construída para nela ser sepultado o seu proprietário - D. Gil Vaz Lobo.
D. Gil Vaz Lobo era filho de um nobre chamado Gomes Freire de Andrade, que também foi um dos conjurados. Gil era ainda jovem e veio depois a ter muitos cargos militares. O último foi ser Governador de Armas da Beira.
Faleceu em Castelo Branco em 1678 e deixou uma importância em dinheiro à irmã sua herdeira, para construir a capela e trasladar os seus restos mortais de Castelo Branco para Odivelas, o que só se verificou 17 anos depois. A meu ver, é uma honra para Odivelas estar aqui sepultado um dos 40 conjurados, mas parece que ninguém sabe. Não deram ainda por isso.
Faleceu em Castelo Branco em 1678 e deixou uma importância em dinheiro à irmã sua herdeira, para construir a capela e trasladar os seus restos mortais de Castelo Branco para Odivelas, o que só se verificou 17 anos depois. A meu ver, é uma honra para Odivelas estar aqui sepultado um dos 40 conjurados, mas parece que ninguém sabe. Não deram ainda por isso.
Foto retirada da página da Câmara Municipal de Odivelas