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terça-feira, 10 de maio de 2016
sexta-feira, 22 de maio de 2015
sábado, 28 de junho de 2014
Olival Basto - Anos 60.
(Muralha de começo de Lisboa)
(Andar à nora)
(Tanque de água - Quinta Várzea)
Nota: Fotos retiradas do arquivo Fotográfico do Município de Lisboa
domingo, 9 de março de 2014
Igreja do Olival Basto.
A igreja
de Olival Basto nasceu, como certamente a generalidade das que existem no nosso
país, do sonho transformado em realidade, de um grupo de pessoas, neste caso
congregado por um cristão empenhado, de seu nome F. Gumersindo Moralles.
Com efeito, este senhor, não obstante ser residente em Olival Basto então
pertencente à freguesia da Póvoa de Santo Adrião, frequentava a Igreja de
Odivelas, cujo pároco era o senhor padre João de Sousa, a quem manifestou
interesse em que existisse nesta localidade um templo católico, que servisse a
emergente comunidade, e para isso solicitou a possível colaboração daquele
eclesiástico que de pronto se disponibilizou.
Assim
se realizaram as primeiras reuniões presididas pelo senhor padre João, onde se
procurou constituir um grupo de trabalho que dinamizasse os primeiros passos.
Concomitantemente foi acontecendo Igreja, com recitação do terço e celebração
da palavra, num residência devoluta, situada no rés-do-chão do edifício da
esquina das ruas São Tomé e Príncipe e Damão, cedida pelo seu proprietário.
Uma
vez a ideia cimentada, era altura de pô-la em prática e assim havia que saber
onde seria erigida. Terreno disponível havia pois o bairro habitacional
limitava-se a três ou quatro ruas existentes entre a rua Angola e a São Tomé e
Príncipe que acabava onde hoje existe a rua Açores. Tudo o mais eram terrenos
ainda não urbanizados onde outrora existiram hortas, as famosas hortas fora de
portas de que se ouve falar.
Contactado
o proprietário e apresentada a ideia, de imediato foi dito que fizessem a
igreja onde achassem mais conveniente, pois o terreno seria ofertado.
Era
tempo de pôr mãos à obra, embora os fundos necessários não passassem de poucos
milhares de escudos provindos da quotização dos então ainda poucos aderentes.
Mas foi o suficiente para pagar aos operários especializados os primeiros
salários, porque quanto aos serventes, cada um foi colaborando como podia e
sabia. Já no que respeitava aos materiais, aproveitando os muitos contactos que
possuía com empreiteiros, dado o facto de ser fiscal camarário, o senhor
Moralles foi obtendo graciosamente o produto de demolições, tais como tijolos,
portas, janelas, madeiramento para o telhado e as próprias telhas. Mas porque
eram fruto de demolições, havia que recuperá-los como por exemplo limpar os
tijolos da argamassa que os envolvia, trabalho penoso muitas vezes executado
pela sua própria esposa, já quase invisual, mas que possibilitou que as paredes
se fossem erguendo.
Porque
os recursos financeiros depressa se esgotaram, organizaram-se alguns
espectáculos dentro do que já existia da obra, onde colaboraram graciosamente
alguns artistas convidados, entre os quais a fadista Maria Teresa de Noronha, o
que possibilitou a angariação de mais alguns fundos para o prosseguimento da
construção da única nave do corpo da igreja e dos anexos destinados à
residência do futuro pároco.
E
assim, com muitas vicissitudes embora, mas com a ajuda de Deus, a obra surgiu,
eram decorridos os primeiros anos da década de sessenta do século XX, para ser
dedicada, por sua eminência o senhor cardeal patriarca D. Manuel Gonçalves
Cerejeira, a Nossa Senhora de Fátima, conforme desejo do povo do Olival Basto.
Para
se ter noção de quão espartanas eram as instalações, pode-se destacar das
palavras então proferidas por sua eminência, que este era o templo mais simples
e pobre de quantos tinha até então dedicado, mas que essa pobreza iria
certamente ser colmatada pela riqueza da fé dos fiéis que tinham tornado
possível a existência de mais uma casa de Deus.
Foi
o senhor padre Manuel Rodrigues, então pároco da Póvoa de Santo Adrião, o
primeiro e único sacerdote a residir nos anexos da igreja mas, dada a manifesta
insalubridade dos mesmos, relacionada com a precariedade da construção, residir
em tais circunstancias tornou-se praticamente impossível, o que levou a que as
ditas instalações deixassem de ser utilizadas como residência, para passarem a
servir de casa mortuária e salas para catequese.
Precariedade
foi sempre uma palavra associada a este templo, de tal modo que, pela razão
simples e espontânea como foi doado o terreno onde se encontra edificado,
ninguém se lembrou de obter a competente escritura e consequente registo, o que
motivou que, durante muitos anos, fosse considerado clandestino, só se tendo
noção desta situação aquando das obras de beneficiação e restauro.
Não
é uma obra de arte, mas sim uma obra de fé e de querer que, edificada com
carácter provisório, se manteve inalterada até ao ano de 2002, data em que a
degradação e o risco de colapso levaram à necessidade de chamar, mais uma vez,
o povo do Olival Basto, agora em colaboração com as entidades oficiais, sob o
patrocínio do actual pároco, senhor padre Luís Ferreira, a dizer presente na
recuperação deste templo que, cremos, se irá manter por muitos mais anos.
(1961)
retirado de: http://www.paroquiapsadriao.com/igrejaOlival.html
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Vila Amália
VILA
AMÁLIA - é a maior das vilas do Olival; tem vinte e duas habitações,
todas de rés-do-chão apenas. Nesta vila instalou-se a primeira escola da povoação,
na altura anexa da Póvoa de Santo Adrião. Um pequeno pormenor marca a diferença
das outras vilas – o telheiro sobre a entrada, assim como um poço na mesma
entrada (este poço tem a sua história).
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
GROB - Grupo Recreativo Olival Basto
GROB – Grupo Recreativo Olival
de Basto
Um dos
históricos clubes do concelho de Odivelas, fundado em 1937, portanto já com a
bonita idade de 72 anos de seu nome, Grupo Recreativo do Olival Basto, mais
conhecido pelo GROB.
O GROB foi um dos esteios do
Futsal em Portugal na década de 90, participando por várias vezes nos
Campeonatos Nacionais.
Durante a década de 90 fizemos
alguns feitos do qual nos orgulhamos muito.
Na época de 1994/1995
sagrámo-nos campeões distritais no escalão de juvenis.
Também na mesma época o nosso
escalão sénior sagrou-se campeão de Série e vice-campeão da II divisão
nacional.
Em 2000/2001 o escalão de
juvenis foi vice-campeão na modalidade.
Em 2001/2002 fomos campeões da
III divisão nacional também com o escalão Sénior.
Na época de 2004/2005 cede os
direitos desportivos ao Odivelas Futebol Clube, passando por um interregno em
termos competitivos até regressar à competição em 2006/2007.
Em 2009/2010 e 2010/2011,
nestes dois anos consecutivos, os escolas do grupo recreativo olival basto, sagraram-se campeões na sua série.
A nível financeiro como
acontece em quase todos os clubes do concelho, existem diversas dificuldades
financeiras mas a muito custo vai-se mantendo o Futsal federado.
Para além da falta de dinheiro,
também no GROB a falta de voluntariado dirigente se faz sentir até pelo
divórcio que há entre os sócios e o clube e a pouca adesão dos novos residentes
do Olival Basto ao apoio da coletividade da sua terra.
Os poucos sócios que mantêm as
quotas atualizadas pagam uma quantia quase simbólica no valor de 1,50
cêntimos/mês que obviamente não chega para fazer face ás despesas mensais.
É através de pequenos
patrocínios e do apoio da Junta de Freguesia do Olival Basto que o GROB vai
sobrevivendo. A Câmara Municipal de Odivelas apenas dá o apoio correspondente
ao PAADO e que é claramente inferior à ajuda dada pela Junta.
A sua Sede Social também é
pouco movimentada e apenas aos fins de semana sobretudo quando há jogos de
futebol dos grandes é que a casa enche. Uma das adversidades das equipas de
Futsal do GROB é a falta de horários disponíveis nas instalações desportivas do
município para treinos que proporcionariam melhores condições aos atletas e
consequentemente resultados desportivos condizentes com o prestígio do clube.
As equipas de Futsal do Grupo
Recreativo do Olival Basto fazem os seus jogos oficiais em casa no Pavilhão da
Escola Secundária Pedro Alexandrino.
Retirado de: http://grobfutsal.wix.com/grob#!__historia-do-clube
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Malaposta - Casal-dos-Carreiros - 1856
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Fontanário Olival Basto.

(imagem retirada do Arquivo Fotográfio da CM Lisboa)
Os fontanários abundavam por todo o o concelho. Ou não fosse este uma terra com fartura de água. Como também não haviam muitas habitações com água canalizada eles tornavam-se de uma utilidade extrema para as populações de então. Eu próprio (mais propriamente a minha família) juntamente com muitos outros íamos frequentemente à fonte buscar água para beber. Eram momentos de pequenas confraternizações entre vizinhos e miudagem da altura. Outros tempos e outras necessidades...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
TEATRO DA MALAPOSTA
Às portas de Lisboa, a menos de 1 Km de Odivelas e da Póvoa de Santo Adrião, fica a Freguesia de Olival Basto.
O Teatro Malaposta, é desde 2 de Dezembro de 1989, um belo e notável Teatro, cujo Património pertenceu ao Município de Loures tendo como sede da AMASCULTURA.
Associação dos Municípios da Amadora, Loures, Vila Franca de Xira e Sobral de Monte Agraço, constituído para actividades comuns na área sócio cultural.
Presentemente o Teatro da Malaposta pertence ao Concelho de Odivelas, localiza-se na Rua de Angola, ao longo da qual se estendem as vilas que vieram a ser construídas e foram das primeiras habitações desta Freguesia, (Olival Basto). Lugar de regresso, de estar e de partir para novos rumos, no plano da descentralização cultural e artística, o Teatro da Malaposta está, ao serviço das populações das Freguesias do Concelho de Odivelas. Com efeito, o edifício cumpriu, inicialmente, as funções de Malaposta de Loures (estação da Malaposta de casal-dos-correios) e posteriormente, depois de alterada sua imagem arquitectónica, passou a Matadouro Municipal, até à data do seu encerramento. Recuperado o seu espaço disponível, mas mantendo a austeridade da traça do conjunto edificado, surge o Teatro da Malaposta, no qual se estreou em 20 de Dezembro de 1989 a peça de José Cardoso Pires "O Render dos Heróis".
retirado do site: http://www.jf-olivalbasto.pt/Default.aspx?Module=ArtigoForm&ID=22
retirado do site: http://www.jf-olivalbasto.pt/Default.aspx?Module=ArtigoForm&ID=22
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Olival Basto (anos 60)

A Freguesia de Olival Basto, começou por ser um simples lugar da Freguesia de Loures e era constituído essencialmente por um pequeno aglomerado de casas à beira da estrada ao fundo da Calçada de Carriche. Cujo as casas dá-se pelo nome Vila Carinhas, Vila Amália, tendo já desaparecido Vila Cesteiro e Casal da Mota.
Era o primeiro aglomerado populacional com que o forasteiro se deparava ao sair de Lisboa, a caminho de Loures, Malveira, Mafra e Torres Vedras.
Várzeas e terras férteis, com olivais nas colinas, onde outrora coroados de moinhos de vento, ainda em 1822, era navegável o afluente do Rio Trancão que a atravessava, e que agora é conhecido como "Ribeira de Odivelas".
Era nessa época, que vinham de todos os lados homens e mulheres para a apanha da azeitona, aos quais na época lhe davam o nome de malteses.
Foi nas décadas de 30, 40, 50 e 60 do século XX, que começaram a formar-se os núcleos de habitação social, que veio a provocar arranque para aquilo que é hoje a Freguesia de Olival Basto, Quinta da Várzea, Quinta da Serra e Cassapia.
Depois de ter pertencido às Freguesias de Loures, Ameixoeira e Póvoa de Santo Adrião, foi no dia 30 de Junho de 1989, Lei 72/89 de 28 de Agosto de 1989, criada a Freguesia de Olival Basto, limitando a Norte com a Freguesia da Póvoa de Santo Adrião, a Nascente com as Freguesias de Frielas e Camarate, a Este com a Freguesia do Lumiar e a Oeste com a Freguesia de Odivelas.
Retirado de: http://www.jf-olivalbasto.pt/
Era o primeiro aglomerado populacional com que o forasteiro se deparava ao sair de Lisboa, a caminho de Loures, Malveira, Mafra e Torres Vedras.
Várzeas e terras férteis, com olivais nas colinas, onde outrora coroados de moinhos de vento, ainda em 1822, era navegável o afluente do Rio Trancão que a atravessava, e que agora é conhecido como "Ribeira de Odivelas".
Era nessa época, que vinham de todos os lados homens e mulheres para a apanha da azeitona, aos quais na época lhe davam o nome de malteses.
Foi nas décadas de 30, 40, 50 e 60 do século XX, que começaram a formar-se os núcleos de habitação social, que veio a provocar arranque para aquilo que é hoje a Freguesia de Olival Basto, Quinta da Várzea, Quinta da Serra e Cassapia.
Depois de ter pertencido às Freguesias de Loures, Ameixoeira e Póvoa de Santo Adrião, foi no dia 30 de Junho de 1989, Lei 72/89 de 28 de Agosto de 1989, criada a Freguesia de Olival Basto, limitando a Norte com a Freguesia da Póvoa de Santo Adrião, a Nascente com as Freguesias de Frielas e Camarate, a Este com a Freguesia do Lumiar e a Oeste com a Freguesia de Odivelas.
Retirado de: http://www.jf-olivalbasto.pt/
Imagem : Arq.Fotog CMLisboa
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Olival Basto (1961)

Tal como Odivelas, o Olival Basto pertenceu à Camâra Municipal de Loures. Pode -se dizer que Olival Basto, era um daqueles lugares à beira da estrada, hoje Rua Angola que se caracterizava por uma vasta área de várzeas férteis até às colinas, como era a Quinta da Várzea, Quinta da Serra e parte da Quinta dos Cucos.
foto do Arquivo Fotográfico de Lisboa
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