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quinta-feira, 5 de março de 2015

Henrique Santana viveu no nosso concelho.


Henrique Júlio Martins Santana (Lisboa7 de Maio de 1924 - Lisboa, 1 de Julho de 1995) foi um actorprodutorencenador e escritor português.

Era filho do actor Vasco Santana e de sua primeira mulher Arminda Martins e casado com a também actriz Maria Helena Matos, filha do actor Francisco Mendonça de Carvalho e da actriz Maria Matos.

Viveu no Alto da Ramada tal como o seu pai que também viveu neste concelho. Quando viver aqui era como viver na província.






segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Fábrica de Candeeiros da Ramada.


Desde 1963 ali está implantada. Num sítio de passagem de centenas de automóveis que por ali circulam... quase que passa despercebida dos olhares menos atentos. 



Retirado do site da Fábrica:

Empresa
A Fábrica de Candeeiros da Ramada, está sediada na Ramada desde 1963.
São quase 50 anos de experiência na área da iluminação, com uma aposta forte na qualidade e na diversidade, fruto também de parcerias com as melhores marcas na área (Nacionais e Internacionais).
Acompanhamos as tendências do mercado, cada vez mais exigentes, onde acreditamos ter sempre uma solução adequada a qualquer ambiente.
Para além de uma vasta gama de produtos das melhores marcas, temos também Atelier onde produzimos Abat-Jours à medida e/ou personalizados, restauramos Lustres de Cristal e Candeeiros antigos e executamos banhos em Candeeiros. Todas as nossas electrificações seguem as normas.
Temos sempre uma solução à sua medida.

(http://www.candeeirosdaramada.com/empresa.html)


Imagens tiradas do "Google Maps" e do site da empresa

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Escola Secundária da Ramada.

Presume-se, que por volta do mês de Março de 1980, tiveram inicio as obras de construção da Escola Secundária da Ramada. Como documenta a fotografia seguinte de Abril de 1980, pode verificar-se no lado esquerdo da mesma o inicio das fundações onde hoje se encontra a escola secundária da Ramada.

(http://www.esramada.pt/index.php/escola/historia/breve-historia)






sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, na Ramada.


A Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, na Ramada, foi inaugurada a 8 de Maio de 2005 pelo Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo. O Padre Daniel, foi o grande impulsionador da obra. O templo, que levou 12 anos a construir e tem 550 lugares sentados. 
O projecto inicial é da autoria do arquitecto Júlio Rodrigues. As dificuldades financeiras obrigaram a diversas alterações onde intervieram outros arquitectos à medida que a obra se ia erguendo. A primeira pedra da Igreja foi lançada em 1993.
Junto ao templo está a funcionar um infantário e ATL e um centro de idosos. As obras sociais estendem-se a S. Tomé e Príncipe com um programa de apoio a deficientes.

Além das dádivas dos fiéis, esta obra contou também com o contributo da CCRL - Comissão Coordenadora da Região de Lisboa, Câmara Municipal de Odivelas e de diversos empresários da construção civil.
Retirado de: http://www.odivelaspopular.com/sitemega/view.asp?itemid=330&catid=47






segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Quem se lembra ainda?


(Nevão - 29 de Janeiro de 2006 - Ramada)
                                             




(Serra da Amoreira)


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Águias da Ramada

Penso que seja uma foto dos anos 60. Foi retirada do facebook da página:
                                                   "Odivelas de Outros Tempos".

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ODIVELAS/RAMADA – Autarquia sem “Marcha da Ramada 2012”.

A autarquia da Ramada, em comunicado, dá conta de que em virtude “dos cortes orçamentais resultantes das restrições impostas pelo Governo, pelo Município, pela subida dos impostos e o aumento dos preços de bens e serviços”, se vê obrigada a cancelar a iniciativa “Marcha da Ramada 2012”. “É uma tradição com 11 anos, que contamos reatar logo que conseguirmos os meios financeiros necessários à sua concretização”, conclui o documento.

Miguel Durão

retirado de: http://odivelas.com/2012/06/08/odivelasramada-autarquia-sem-marcha-da-ramada-2012/

Crise a quanto obrigas...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mina da Ramada



Restos das condutas do abastecimento de água feita na altura do Marquês de Pombal. Actualmente neste sitio há uma rotunda. (fotos dos anos 60). Eu ainda me lembro de a ter visto...
(Fotos retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Ramada - aldeia anos 60

Tudo era campo "semeado" por meia dúzia de casinhas...

Foto retirada de: Arquivo Fotográfico Distrital de Lisboa


domingo, 21 de dezembro de 2008

Boas Festas!...


Também há Natal ao Fundo da minha Rua. Uma árvore bem iluminada como podem ver...
(Foto pessoal)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

As Casas da velha aldeia

(velha casa na Rua Estevão Amarante)
A Ramada anterior à década de 1960, era uma pequena aldeia edificada de um lado e outro de uma antiga estrada que ligava Odivelas a Caneças, seguindo de perto a ribeira, no fundo do vale. Esta estrada passava sobre a ribeira numa ponte construída na base do monte e subia pelo Alvejar e Pedernais Norte, até à Ponte da Bica Aqui voltava a atravessar a ribeira em frente da Tomada da Amoreira. Este percurso era provavelmente mais antigo do que aquele que segue pela encosta e que hoje tem os nomes dos famosos aeronautas nacionais, Sacadura Cabral (Bons-Dias) e Gago Coutinho.
A estrada referida em primeiro lugar e a aldeia que servia, seguiam, contra a corrente da ribeira, de sudeste para noroeste, desde o ponto em que esta deixa de correr de Noroeste para Sudeste e passa a correr para Sul, para se juntar, em Odivelas, a outra que vem do vale da Pontinha.
A povoação era praticamente constituída por uma só rua, agora dividida em duas: Estevão Amarante e Aura Abranches. De cada uma destas saía para norte um caminho ou azinhaga que servia um pequeno número de habitações, construídas nas traseiras da rua principal. Afastadas desta rua havia, de um lado e do outro, algumas casas dispersas.
No primeiro quartel do século XX, todas as estradas eram de terra batida ou, quando muito, beneficiadas com pedra britada calcada precariamente por um “rebolo” , cilindro de pedra puxado por uma junta de bois. Eu andei por aqui em 1932 e l933. Ainda não havia nesse tempo, nenhuma estrada nova, um metro de asfalto que fosse, para aquém da Calçada de Carriche.
A Ramada teria menos de uma centena de casas, de um só piso, algumas das quais foram transformadas, na primeira metade do século XX, com o acrescentamento de mais um andar, e a utilização de telha “marselha”, como se vê ainda, sobretudo no lado norte da rua Estevão Amarante. A maior parte das restantes foram demolidas, para dar lugar a prédios de vários andares, em princípios da segunda metade do mesmo século.
A estas transformações escapou um pequeno número, que hoje, na maior parte, se encontra sem condições de habitabilidade ou completamente degradadas. Entre estas vêem-se ainda algumas cobertas com a velha telha de canudo. Diante da escola primária construída no tempo do regime anterior, estão ainda erguidas as paredes de uma construção robusta, com três portas e três janelas, seguida de um portão ainda em uso e continuada por um muro de pedra negra. No alto das paredes percebe-se, pelos restos de algerozes e beirados, que a cobertura era do tempo da telha de canudo. Apesar de ter três portas, parece tratar-se de uma só habitação, tanto mais que só uma das empenas tem encostada uma chaminé. A boa construção das paredes, o portão e o muro parecem indicar que foi ali a residência de alguém importante. Nas traseiras alonga-se, até à ribeira, um pedaço de terreno plano, que foi horta e pomar de um morador de posses acima da média. Ainda ali estão, viçosas, algumas velhas árvores de fruto.
A um canto deste aglomerado tipicamente rural, uma coisa nos espanta: Dois blocos habitacionais interligados, formando um angulo agudo, em que ninguém repara, parece um enigma. Quem alguma vez olhou para ali com atenção, já viu que se trata de um prédio com duas alas, uma das quais encostada ao monte cortado pela velha estrada. Entrando por um pátio já desabitado, onde houve diversas casas abarracadas, hoje meio destruídas, encontramo-nos no espaço que dava entrada à maior parte dos utilizadores do estranho edifício. Vemos ali dois conjuntos de quatro pisos de apartamentos, servidos por quatro chaminés. Há ainda uma quinta chaminé que parece indicar um aproveitamento exagerado, no topo do bloco da beira da estrada. Entre estas construções e a ribeira, perpendicular à ala do sul há ainda um outro corpo com apenas três pisos. Este, visto de longe, parece que teria ligação interior com o conjunto.. Encontra-se em estado de degradação acelerada.
Aqui deveria entrar a investigação, começando, por exemplo, por consultar, os arquivos do registo predial. A minha vista cansada de noventa anos de serviço, não mo consente. Mas não me fico por aqui. Apresentarei lá mais adiante o que se me oferece a este respeito.


Extracto de artigo escrito por: António Joaquim Mendes Cerejo – Morador da Ramada (90 anos idade)
(Escrito em Abril/2005)


(Patos na Ribeira da Ramada)
Fotos minhas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Ramada - 1924

(casinha que ainda existe - foto de 2005)


A Odivelas, Caneças, Loures, Cabeça de Montachique e Bucelas

Todas estas estradas partem do Lumiar.

A Odivelas e Caneças.
Carreira de camionetas, no Verão.

A estrada para Caneças segue sobranceira ao fundo vale do rio do mesmo nome, limitado pelo lado poente por uma série de colinas em cujos flancos cabras e novilhos tosam, coroados de moinhos de vento os cimos arejados.
Nesta nesga de terreno fértil, a água desliza por toda a parte. À esquerda o lugarejo da Ramada, apinhoando junto à corrente a sua modesta casaria, e de onde se tem, volvidos os olhos à retaguarda, uma linda vista de Odivelas com a sua quinta da Sra. Do Monte do Carmo, de viçosos arvoredos. Depois à direita, trepando a encosta, o povoado da Amoreira. Deve-se retroceder mais uma vez o olhar e contemplar o largo panorama que deste ponto da estrada se descortina. Vemos o vale do ribeiro, a Ameixoeira erguida num alto, e como fundo a serra da Arrábida, longínqua e diáfana, para além donde o vale do Tejo se cava sem ser visto. Mais além, e ainda à direita, vê-se num outeiro a Igreja de Montemor, acima e à esquerda da qual se distingue o Monte do Mosqueiro, com o seu sinal trigonométrico.


Guia de Portugal – Vol. I
Autor - Raul Proença
Fundação Calouste Gulbenkian

Nota: Texto integral que reproduz fielmente a 1ª edição publicada pela Biblioteca Nacional em 1924.



(Ribeira que corre na Ramada)