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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Tintas Robbialac.


(No Sr. Roubado - inicio da Calçada de Carriche - anos 60)




segunda-feira, 31 de março de 2014

Senhor Roubado em BD.



(retirado de: http://divulgandobd.blogspot.pt/2010_11_01_archive.html)


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Senhor Roubado.


Era só campo a perder de vista...
Foi retirada do Arquivo Municipal de Lisboa

quarta-feira, 28 de março de 2012

Calçada de Carriche




40 e tal anos de diferença entre estas fotos. Lembro-me bem da mais antiga. A Calçada de Carriche era uma das "portas de Lisboa".


 (Foto retirada do Arquivo Municipal de Lisboa).

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Romarias



O Padrão do Senhor Roubado
Houve tempos em que o Padrão do Senhor Roubado foi objecto de romarias. Hoje, é um monumento praticamente abandonado e esquecido do ponto de vista religioso. Sem qualquer intuito ofensivo, pode dizer-se que esse abandono não é de lamentar. Na verdade, foi um equívoco que presidiu a essa prática católica. Regressemos ao ano de 1671.
Na noite de 10 para 11 de Maio de 1671, a Igreja Matriz de Odivelas foi assaltada, sendo furtadas algumas peças e as hóstias. O roubo das hóstias foi pretexto para a injusta responsabilização dos judeus. O ladrão confesso, António Ferreira, um pobre diabo rural e inimputável, foi condenado a morrer na fogueira e ao corte das mãos ainda em vida. Não foi uma história edificante, tanto mais que o seu advogado de defesa e o padre das prisões da capital solicitaram que não o executassem por ser um jovem com problemas do foro mental. Face ao indeferimento desse pedido, tentaram que lhe não cortassem as mãos em vida, para que não se perdesse aquela alma comprovadamente cristã. Este recurso também não foi atendido e o ladrão assistiu ao corte das suas mãos, foi garrotado e queimado, tendo tido uma morte horrorosa, para quem apenas comera as hóstias por ter fome, como os autos relatam, após ter sido sujeito à tortura inquisitorial.
O Padrão foi edificado três quartos de século depois e os seus painéis contam a história de forma truncada e intencionalmente falsa. Com efeito, não se provou ter havido nenhuma ofensa ao Santíssimo Sacramento, o que retiraria justificação para a edificação de qualquer desagravo monumental como o que foi feito.
Em suma, não há nenhuma razão para que o Padrão mereça romarias. Contudo, pela história que está por detrás – que devia ser contada como aconteceu efectivamente – e pela sua singularidade arquitectónica, designadamente pelos 12 belos painéis de azulejo, merece toda a nossa atenção patrimonial.
Jorge Martins
Artigo retorado do jornal “Nova Odivelas”.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

De regresso...


Mais uma foto do "padrão do Senhor Roubado" numa perspectiva diferente (anos 60).

                                                                  Obs: Foto Arquivo Distrital Lisboa

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Memorial do Senhor Roubado - 1960



Do lado direito a estrada para Odivelas.

Um pouco de história: Não restam dúvidas sobre a manipulação clerical e inquisitorial do roubo ocorrido na Igreja Matriz de Odivelas em 10 de Maio de 1671, que foi pretexto para atiçar o ódio antijudaico e condenar ao fracasso, como infelizmente conseguiu, o processo de conciliação dos cristãos com os judeus. Se há motivos para considerar condenável aquele roubo praticado por António Ferreira, mais razão há para denunciar os verdadeiros criminosos daquele célebre caso: os padres da Inquisição, que executaram impiedosamente um jovem rústico e alcoolizado. Esta é a verdadeira história do Senhor Roubado. Deve encarar-se o monumento edificado em homenagem ao Senhor Roubado como um legado histórico que tem de ser assumido por inteiro, isto é, na sua beleza artística e eventual significado religioso, mas também como símbolo de tempos seculares em que se perseguiam, torturavam e queimavam pessoas, só por terem uma religião diferente da católica. Promover o seu estudo e o esclarecimento das circunstâncias históricas que o fizeram surgir, é o melhor que se pode fazer pela sua valorização e dignificação, particularmente junto dos estudantes.
Jorge Martins
Retirado do livro:

Nota: Foto Arquivo Fotográfico Distrital Lisboa

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Senhor Roubado nos anos 60...

A pé ou de burro...
foto - Arq.Dist.Lx