Ainda havia trânsito nos dois sentidos...
sexta-feira, 2 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
União Desportiva Cultural e Recreativa dos Bons-Dias
Da esquerda para a direita.
Em cima:
Nicolau(treinador), David, Serra, Vasco, Carlos, Camões, Joaquim,Madruga, Jaime e Zé Carlos
Em baixo:
Fernando, Jorge, Pedro, ???, Zé Santos, ??? e Paulo (irmão do Vasco)
Um anos mais tarde nasceria a primeira equipa “fundada” nos Bons-Dias. Deram-lhe o nome de: “Santos” (nome tirado da famosa equipa brasileira onde o Pélé jogava). A cor do equipamento era branco com gola e punhos verdes... se a memória não me falha. Os jogadores eram, basicamente, dos Bons-Dias com algum pessoal da Ramada e do Alto da Ramada. Ainda fui ver um ou dois jogos na altura(infelizmente não tenho registos fotográficos dessa equipa).
A segunda equipa a “nascer” nos Bons-Dias foi a: “União Desportiva Cultural e Recreativa dos Bons-Dias” entre 1976-1977 da qual eu fiz parte – como jogador e Tesoureiro da Direcção. Foi uma equipa que nasceu pós-25 de Abril e por causa dele.
Havia uma “Fábrica de Mosaicos” que estava abandonava há muitos anos. Em 1975 um “grupo de malta”, onde me encontrava incluido, impulsionados pelos “ventos de revolução”, que andavam no ar, resolveu ocupar a dita. A intenção seria fazer daquelas instalações uma “creche” para as crianças e um centro de convívio para os habitantes dali e dos arredores. Não havia perto nenhuma sociedade que tivesse aqueles atributos.
Apesar de ter sido chamado o “COPCON” para nos desalojar tal não serviu os interesses de quem nos havia denunciado. Acabámos por continuar a ocupar o espaço e ali organizar festas com intuito de angariarmos dinheiro para os propósitos que tinhamos definido. Muitas foram as noites que eu e outros lá passámos em vigilia. No entanto acabaríamos por ser desalojados e sobraria só a euipa de futebol de 11 que entretanto se formara. Ainda se alugou uma cave no Bairro dos Bons-Dias onde o meu pai e outros lá andaram a trabalhar. Mas entretanto por razões que não interessam agora acabou a “União” e alguns dos que se tinham juntado mais tarde fundaram o “Grupo Desportivo dos Bons-Dias” que se mantém até aos dias de hoje.
A segunda equipa a “nascer” nos Bons-Dias foi a: “União Desportiva Cultural e Recreativa dos Bons-Dias” entre 1976-1977 da qual eu fiz parte – como jogador e Tesoureiro da Direcção. Foi uma equipa que nasceu pós-25 de Abril e por causa dele.
Havia uma “Fábrica de Mosaicos” que estava abandonava há muitos anos. Em 1975 um “grupo de malta”, onde me encontrava incluido, impulsionados pelos “ventos de revolução”, que andavam no ar, resolveu ocupar a dita. A intenção seria fazer daquelas instalações uma “creche” para as crianças e um centro de convívio para os habitantes dali e dos arredores. Não havia perto nenhuma sociedade que tivesse aqueles atributos.
Apesar de ter sido chamado o “COPCON” para nos desalojar tal não serviu os interesses de quem nos havia denunciado. Acabámos por continuar a ocupar o espaço e ali organizar festas com intuito de angariarmos dinheiro para os propósitos que tinhamos definido. Muitas foram as noites que eu e outros lá passámos em vigilia. No entanto acabaríamos por ser desalojados e sobraria só a euipa de futebol de 11 que entretanto se formara. Ainda se alugou uma cave no Bairro dos Bons-Dias onde o meu pai e outros lá andaram a trabalhar. Mas entretanto por razões que não interessam agora acabou a “União” e alguns dos que se tinham juntado mais tarde fundaram o “Grupo Desportivo dos Bons-Dias” que se mantém até aos dias de hoje.
Foto Pessoal
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Águias da Ramada
A vontade de jogar continuava pelo que, mudou-se o equipamento e mudou o nome da equipa (por vontade de uma maioria de benfiquistas). Assim nascem os “Grupo Recreativo Águias da Ramada”. No emblema constava, como não podia deixar de ser, a célebre “águia” do SLB. (Já no final dos anos 70 ainda joguei pelos “Águias” e, por sinal, ganhámos o jogo...).
Esta “equipa” teve uma grande adesão por parte da juventude de então. Apenas “cortada” pelo “serviço militar”, que a pouco e pouco, foi recrutando os seus elementos para a guerra colonial.
Esta “equipa” teve uma grande adesão por parte da juventude de então. Apenas “cortada” pelo “serviço militar”, que a pouco e pouco, foi recrutando os seus elementos para a guerra colonial.
Fotos pessoais
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Estrelas da Ramada

Na sequência de desavenças havidas entre os mais velhos, que constituiam o núcleo do "Ramadense", resolveram criar um nove clube. Assim nasceu os “Estrelas da Ramada” (equipamento: camisola azul e calção branco) cujo emblema era, como o nome indica, uma estrela. Só que não adivinhavam os problemas que iriam surgir com essa escolha. A “estrela” estava conotada com a “Europa de Leste Comunista” (Estrela Vermelha Belgrado). Este foi o motivo para as “forças da ordem” proibirem o uso desse simbolo nos equipamentos (conversa havida com o Sr. Pena / guarda-redes). Ou seja não podiam jogar...
Não sei por quanto tempo terá existido porque pouco tempo depois havia de "nascer" um outro clube... A Ramada era então um pequeno lugar, com poucas casas, como a fotografia mostra.
Fotos: 1 - Pessoal
2 - Foto retirada de: Arquivo Fotográfico Distrital de Lisboa
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