segunda-feira, 4 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Palacete sec. XVIII... ao abandono.

Quem sobe de Odivelas para as Patameiras encontra do lado direito este palacete. O seu estado é de "meter dó". Se continua a pertencer à "Associação das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas" merece com certeza melhor sorte do que aquela que apresenta.
Localizado em Odivelas, este palacete urbano foi construído no século XVIII. De arquitectura barroca e neoclássica, constitui-se como um espaço de lazer e de ligação à natureza, com um logradouro e fontes tipicamente de estilo barroco.
No interior, encontram-se pinturas neoclássicas, onde predominam motivos pompeianos, característicos do séc. XIX, altura em que o palacete vê remodelado o seu interior. Encontramos igualmente, uma certa elegância dos frisos de folhas e flores, laçarias e medalhões.
É imóvel de Valor Concelhio, pelo Dec. n.º 2/96.
Actualmente é um lar para idosas, pertencente à Associação das antigas alunas de Odivelas.
Localização: Rua Dr. Alexandre Braga, n.ºs6 e 6 A, Odivelas
retirado de:http://www.geocaching.com/seek/
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
De regresso...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Memorial do Senhor Roubado - 1960

Do lado direito a estrada para Odivelas.
Um pouco de história: Não restam dúvidas sobre a manipulação clerical e inquisitorial do roubo ocorrido na Igreja Matriz de Odivelas em 10 de Maio de 1671, que foi pretexto para atiçar o ódio antijudaico e condenar ao fracasso, como infelizmente conseguiu, o processo de conciliação dos cristãos com os judeus. Se há motivos para considerar condenável aquele roubo praticado por António Ferreira, mais razão há para denunciar os verdadeiros criminosos daquele célebre caso: os padres da Inquisição, que executaram impiedosamente um jovem rústico e alcoolizado. Esta é a verdadeira história do Senhor Roubado. Deve encarar-se o monumento edificado em homenagem ao Senhor Roubado como um legado histórico que tem de ser assumido por inteiro, isto é, na sua beleza artística e eventual significado religioso, mas também como símbolo de tempos seculares em que se perseguiam, torturavam e queimavam pessoas, só por terem uma religião diferente da católica. Promover o seu estudo e o esclarecimento das circunstâncias históricas que o fizeram surgir, é o melhor que se pode fazer pela sua valorização e dignificação, particularmente junto dos estudantes.

Jorge Martins
Retirado do livro:

Nota: Foto Arquivo Fotográfico Distrital Lisboa
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