quinta-feira, 10 de março de 2011

À entrada de Odivelas.


Rotunda de Odivelas - entrada para a Rua D. Diniz (1961)
Foto retirada do Arquivo Municipal de Lisboa

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Av. Abreu Lopes - 1968


Alguém ainda se lembra desta Avenida assim?
(Foto do Arquivo Municipal de Lisboa)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

TEATRO DA MALAPOSTA


Às portas de Lisboa, a menos de 1 Km de Odivelas e da Póvoa de Santo Adrião, fica a Freguesia de Olival Basto.
O Teatro Malaposta, é desde 2 de Dezembro de 1989, um belo e notável Teatro, cujo Património pertenceu ao Município de Loures tendo como sede da AMASCULTURA.
Associação dos Municípios da Amadora, Loures, Vila Franca de Xira e Sobral de Monte Agraço, constituído para actividades comuns na área sócio cultural.
Presentemente o Teatro da Malaposta pertence ao Concelho de Odivelas, localiza-se na Rua de Angola, ao longo da qual se estendem as vilas que vieram a ser construídas e foram das primeiras habitações desta Freguesia, (Olival Basto). Lugar de regresso, de estar e de partir para novos rumos, no plano da descentralização cultural e artística, o Teatro da Malaposta está, ao serviço das populações das Freguesias do Concelho de Odivelas. Com efeito, o edifício cumpriu, inicialmente, as funções de Malaposta de Loures (estação da Malaposta de casal-dos-correios) e posteriormente, depois de alterada sua imagem arquitectónica, passou a Matadouro Municipal, até à data do seu encerramento. Recuperado o seu espaço disponível, mas mantendo a austeridade da traça do conjunto edificado, surge o Teatro da Malaposta, no qual se estreou em 20 de Dezembro de 1989 a peça de José Cardoso Pires "O Render dos Heróis".

retirado do site: http://www.jf-olivalbasto.pt/Default.aspx?Module=ArtigoForm&ID=22

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mina da Ramada



Restos das condutas do abastecimento de água feita na altura do Marquês de Pombal. Actualmente neste sitio há uma rotunda. (fotos dos anos 60). Eu ainda me lembro de a ter visto...
(Fotos retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Várzea


Na estrada que ia de Odivelas para o Senhor Roubado podiam-se ver, de ambos os lados, várzeas onde cresciam produtos horticulas que abasteciam os mercados de Lisboa.

Foto retirada de: Arquivo Fotográfico Distrital de Lisboa

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Carbo Sidral


Sendo um franchising da "Cosco International Inc.", empresa americana fundada em 1881 e sedeada em Chicago, A Carbo Sidral começou por ser produzida pela Siral em Angola, mais propriamente na cidade do Lubango, no final da década de 60. Em Portugal a sua produção teve duas fases uma na década de 70 e outra na década de 80 tendo permanecido em actividade até meados dos anos 90.

A fábrica da Carbo Sidral era em Caneças, junto as bombas de gasolina da "Ti Saloia", onde ainda hoje se pode ver o edifício embora sem o velho cartaz vermelho com letras brancas onde se podia ler "Carbo Sidral".


Este artigo foi retirado, na integra, do “blog” do meu filho:

http://sbemmelembro.blogspot.com/


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Póvoa Santo Adrião - Um pouco de história.


A arqueologia nesta freguesia demonstra que o seu povoamento começou desde bem cedo.
Na estação paleolítica de Casal do Monte, foram recolhidos inúmeros vestígios de povos que aqui chegaram há milhares de anos.
Póvoa de Loures foi o seu primeiro nome, por ser anexa da freguesia de Loures. Na monografia intitulada “Contributos para a história da Póvoa de Santo Adrião”, editada pela Junta de Freguesia, diz João Augusto de Matos Rodrigues, que a povoação passou a ter o nome do seu orago e se chamava Santo Adrião da Póvoa, quando se separou de Loures.
Póvoa de Loures, Santo Adrião da Póvoa e Póvoa de Santo Adrião, são nomes que esta povoação usou, até hoje.
O lugar de Santo Adrião da Póvoa de Loures era uma pequena aldeia de fundação recente. O próprio nome de póvoa, reflecte a sua origem: grupos urbanos, nascidos à sombra dos forais, outorgados pelos reis ou por entidades sucedâneas da Coroa, e não como erradamente se lhe atribui o sentido de póvoa em relação ao mar/rio.
Esta povoação foi-se afirmando, embora lentamente, com a Estrada Real e o rio Trancão. Situada em plena Várzea, atravessada por esteiros e pela ribeira, via passar, diariamente, até ao século XIX, os batéis que aportavam no seu cais, para embarque e desembarque. A riqueza do solo desenvolveu a produção agrícola nas hortas e numerosas quintas, das quais restam alguns vestígios e memórias. Da Quinta dos Sete Castelos existe ainda a casa residencial, no núcleo antigo, próximo da Igreja Matriz. Ao longo da estrada Nacional n.º 8, entre a Póvoa e Frielas, os campos da Várzea não são adequados à construção urbana, pelo que continuam terrenos de reserva agrícola.
Pedro Alexandrino(1729-1810), a quem se deve a decoração de muitas igrejas e palácios reconstruídos, depois do grande sismo de 1755, vivem longos aqui, numa quinta de que era proprietário, conhecida pela designação de Quinta do Pintor, a qual se situava numa zona próxima do ponto onde a Rua Luís de Camões entronca, na Estrada
Nacional n.º 8. Mais tarde, passou a ser conhecida por Quinta da Penha, por ser propriedade de um tal Francisco de Almeida Penha. Hoje é difícil definir-lhe os limites, pois toda aquela área foi ocupada pela construção urbana e industrial mas, uma vez que alguns autores afirmam que era próxima do Chafariz, admitimos que era aqui, a referida quinta, pois foi ali que esteve o Chafariz d’El-Rei, inicialmente.
Além destas, fala-se, ainda, das Quintas do Bom Sucesso, de Santo António das Areias, do Trinité, do Mineiro, das Flores e, ainda, do Casal das Botelhas.
À beira da Estrada Nacional n.º 8, no Largo Major Rosa Bastos, fica a Igreja da Póvoa de Santo Adrião, monumento nacional, pelo Decreto-Lei n.º 251, de 3 de Junho de 1970. É de salientar que o portal manuelino tinha já sido classificado, em 10 de Julho de 1922.
A construção da igreja, provavelmente entre 1546 e 1560, reflecte o aumento da população do lugar, uma vez que a Igreja vivia dos contributos da comunidade.
Quanto à sua evolução administrativa, a freguesia é formada em meados do séc. XVI, com o nome de Póvoa de Loures. Em 1852, fazia parte do Concelho dos Olivais, e era designada por Póvoa de Santo Adrião, ou lugar de Santo Adrião.
Em 3 de Julho de 1986 é elevada à categoria de vila.
O seu orago é Santo Adrião.
Bibliografia: "Odivelas Uma Viagem ao Passado" de Maria Máxima Vaz
Retirado de:
http://www.cm-odivelas.pt/Freguesias/PovoaSantoAdriao/Historia.htm