sexta-feira, 6 de maio de 2011

Fonte do Ouro


A Fonte do Ouro localiza-se em Vale de Nogueira, no limite do concelho de Odivelas.
Facilmente acessível, está situada à beira da estrada que liga Vale de Nogueira a A-dos-Calvos.
Na fonte está inscrita a data de 1858 e “Câmara dos Olivaes”, o que leva a crer que a fonte pertencia a este antigo concelho, que terminava aqui, e que se extinguiu no século XIX, vindo depois a ser substituído pelo concelho de Loures, e recentemente, pelo de Odivelas.
A Fonte do Ouro tem uma planta de formato rectangular. É constituída por duas divisões, separadas por uma grade azul. Para lá da grade encontra-se um alçapão, por debaixo do qual passa a água que vem da nascente e que vai dar à bica.
O espaço aberto ao público é em forma de “u”. Nas laterais, de cada lado, existe um bando corrido, inserido na fonte. Existem degraus para o acesso ao interior da fonte no lado direito.
No centro, ao lado dos degraus, encontra-se a bica da frente. Por detrás desta, encontra-se a grade.
Por cima da bica está um painel composto por 6 azulejos com a imagem de Santo António.
Na parte superior da fonte, no eixo central vertical, está a identificação da fonte em azulejo, ladeada por uma cercadura e por cima desta está uma espécie de platibanda onde está inscrita a data de 1858 e “Câmara dos Olivaes”.
Nas paredes estão 22 azulejos com motivos geométricos e outros que se dispõem da seguinte forma: na fila horizontal superior, estão colocados 10 azulejos horizontalmente e todos os outros, que se encontram abaixo destes, estão colocados na diagonal. No centro da parede frontal está um painel de 4 azulejos com motivos geométricos simples.
No largo desta fonte há um bebedouro para animais e um lavadouro público, que ainda é frequentado por lavadeiras, de vez em quando. Aliás, esta fonte foi concebida a pensar nisso mesmo, ser funcional para o público, os animais e as lavadeiras.
A água desse tanque provém da fonte e ao lado do mesmo passa uma ribeira afluente do rio de Loures.

Retirado de: http://www.esec-canecas.rcts.pt/pagnetsobfontes/schedule.htm

domingo, 3 de abril de 2011

Casa com simbolos "maçons" em Odivelas




 (Fotos pessoais)
Muitas pessoas passam por lá diariamente, quer a pé quer de transportes, frente a esta casa. Está situada na Rua Guilherme Gomes Fernandes quase ao pé da Farmácia Leitão, passe a publicidade, e "paredes meias" com o símbolo de Odivelas - o Cruzeiro.
Tem também como "vizinha" a velha "Tendinha" e quase ao lado um pequeno altar com uma santinha (o qual também desconheço a razão da sua existência).
Conheço-a desde miúdo e sempre me despertou a curiosidade. Hoje apresenta um aspecto, infelizmentre, bastante degradado. Não faço ideia quantos anos terá mas aparenta ser bastante antiga.
Não sei se por descuido, desleixo ou falta de dinheiro ela mantém-se de pé... vamos lá ver até quando.
Nunca me lembro de lá ter visto alguém a habitar. Ou então seriam pessoas muito discretas. De qualquer forma merecia da parte da edilidade de Odivelas "algum interesse" (digo eu). Quanto mais não fosse porque casa com semelhantes símbolos não conheço no concelho inteiro.
Fica aqui o reparo!...

quinta-feira, 10 de março de 2011

À entrada de Odivelas.


Rotunda de Odivelas - entrada para a Rua D. Diniz (1961)
Foto retirada do Arquivo Municipal de Lisboa

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Av. Abreu Lopes - 1968


Alguém ainda se lembra desta Avenida assim?
(Foto do Arquivo Municipal de Lisboa)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

TEATRO DA MALAPOSTA


Às portas de Lisboa, a menos de 1 Km de Odivelas e da Póvoa de Santo Adrião, fica a Freguesia de Olival Basto.
O Teatro Malaposta, é desde 2 de Dezembro de 1989, um belo e notável Teatro, cujo Património pertenceu ao Município de Loures tendo como sede da AMASCULTURA.
Associação dos Municípios da Amadora, Loures, Vila Franca de Xira e Sobral de Monte Agraço, constituído para actividades comuns na área sócio cultural.
Presentemente o Teatro da Malaposta pertence ao Concelho de Odivelas, localiza-se na Rua de Angola, ao longo da qual se estendem as vilas que vieram a ser construídas e foram das primeiras habitações desta Freguesia, (Olival Basto). Lugar de regresso, de estar e de partir para novos rumos, no plano da descentralização cultural e artística, o Teatro da Malaposta está, ao serviço das populações das Freguesias do Concelho de Odivelas. Com efeito, o edifício cumpriu, inicialmente, as funções de Malaposta de Loures (estação da Malaposta de casal-dos-correios) e posteriormente, depois de alterada sua imagem arquitectónica, passou a Matadouro Municipal, até à data do seu encerramento. Recuperado o seu espaço disponível, mas mantendo a austeridade da traça do conjunto edificado, surge o Teatro da Malaposta, no qual se estreou em 20 de Dezembro de 1989 a peça de José Cardoso Pires "O Render dos Heróis".

retirado do site: http://www.jf-olivalbasto.pt/Default.aspx?Module=ArtigoForm&ID=22

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mina da Ramada



Restos das condutas do abastecimento de água feita na altura do Marquês de Pombal. Actualmente neste sitio há uma rotunda. (fotos dos anos 60). Eu ainda me lembro de a ter visto...
(Fotos retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Várzea


Na estrada que ia de Odivelas para o Senhor Roubado podiam-se ver, de ambos os lados, várzeas onde cresciam produtos horticulas que abasteciam os mercados de Lisboa.

Foto retirada de: Arquivo Fotográfico Distrital de Lisboa