segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Bailaricos de Antigamente.
A foto não é de um "bailarico" realizado neste concelho. Mas realizavam-se iguais um pouco por todo o lado... Sobretudo nas "Sociedades Recreativas". Eu recordo-me bem de "a menina dança?".
Nós, os homens, ficávamos de um lado da sala em pé todos "empinocados" nos nossos melhores trajes "domingueiros". As meninas, do outro lado e também vestidas a condizer, sentadas com as mães "sempre à cóca" para ver bem o que se passava. Era um ritual que se repetia continuamente...
Os tempos mudaram e as formas de nos divertirmos também. De qualquer forma fica este pequeno apontamento como recordação de "outros tempos"... não tão distantes assim.
Nós, os homens, ficávamos de um lado da sala em pé todos "empinocados" nos nossos melhores trajes "domingueiros". As meninas, do outro lado e também vestidas a condizer, sentadas com as mães "sempre à cóca" para ver bem o que se passava. Era um ritual que se repetia continuamente...
Os tempos mudaram e as formas de nos divertirmos também. De qualquer forma fica este pequeno apontamento como recordação de "outros tempos"... não tão distantes assim.
Para todos vós um 2012... o melhor possível!...
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Famões - zona saloia

O presente desta Freguesia já nada tem a ver com o passado referido antes. Era um pequeno aglomerado de casais de agricultores "saloios" dedicados às culturas hortícolas e à pecuária com que ajudaram a alimentar Lisboa. Com o tempo, instalaram-se aqui várias quintas de veraneio para a nobreza e familiares, e também para famílias burguesas endinheiradas da cidade.
Mas as quintas dos nobres e da burguesia eram espaços reservados e fechados. À sua volta persistiu, durante séculos, uma população profundamente enraizada numa cultura rural, com conotações muçulmânicas, a que se juntaram posteriormente algumas famílias alentejanas e outras do Ribatejo e Beiras, igualmente ligadas à terra e que vieram atraídas pelos empregos em Lisboa.
Mesmo assim, olhando para a primeira carta aérea da região, feita pelo Instituto Geográfico Cadastral em 1944, verifica-se o carácter totalmente rural de Famões nessa época.
O panorama alterou-se profundamente das décadas de 60-70 do século passado para a actualidade. A proximidade com a grande cidade e, ao mesmo tempo, a abundância de espaço a preços na altura convidativos facilitaram a implantação de construção urbana ilegal, hoje em total recuperação e legalização. Surgiram empresas familiares e unidades de pequena e média indústria, actualmente em parques empresariais. O comércio também tem sido alvo de investimento, com a criação de armazéns grossistas e de supermercados das grandes marcas que operam em Portugal.
A construção habitacional é na sua esmagadora maioria do tipo vivenda familiar de dois andares, havendo apenas um bairro onde é permitida a construção de outra tipologia.
Actualmente a agricultura é uma actividade sem expressão e os investimentos nesta área são nulos, pelo que o fim do sector primário é certo. Em seu lugar, é ao comércio, à indústria e aos serviços que a população residente vai buscar os rendimentos gerados na área da Freguesia.
Mas as quintas dos nobres e da burguesia eram espaços reservados e fechados. À sua volta persistiu, durante séculos, uma população profundamente enraizada numa cultura rural, com conotações muçulmânicas, a que se juntaram posteriormente algumas famílias alentejanas e outras do Ribatejo e Beiras, igualmente ligadas à terra e que vieram atraídas pelos empregos em Lisboa.
Mesmo assim, olhando para a primeira carta aérea da região, feita pelo Instituto Geográfico Cadastral em 1944, verifica-se o carácter totalmente rural de Famões nessa época.
O panorama alterou-se profundamente das décadas de 60-70 do século passado para a actualidade. A proximidade com a grande cidade e, ao mesmo tempo, a abundância de espaço a preços na altura convidativos facilitaram a implantação de construção urbana ilegal, hoje em total recuperação e legalização. Surgiram empresas familiares e unidades de pequena e média indústria, actualmente em parques empresariais. O comércio também tem sido alvo de investimento, com a criação de armazéns grossistas e de supermercados das grandes marcas que operam em Portugal.
A construção habitacional é na sua esmagadora maioria do tipo vivenda familiar de dois andares, havendo apenas um bairro onde é permitida a construção de outra tipologia.
Actualmente a agricultura é uma actividade sem expressão e os investimentos nesta área são nulos, pelo que o fim do sector primário é certo. Em seu lugar, é ao comércio, à indústria e aos serviços que a população residente vai buscar os rendimentos gerados na área da Freguesia.

domingo, 18 de dezembro de 2011
Quinta do Alvito - Famões

O edifício principal da Quinta do Alvito, construído em 1938, situa-se à entrada da vila, do lado de Odivelas.
Propriedade na altura da Família Bengala, esta quinta configurava já uma unidade económica agro-industrial de alguma envergadura, quer pela extensão quer pela nobreza e requinte de alguns elementos arquitectónicos patentes no edifício que, actualmente, não fora a intervenção da Junta de Freguesia em reparações de manutenção mais urgentes, estaria já em fase de derrocada.
Além do edifício principal, a quinta possuía vários outros, para habitação do pessoal, estábulos e arrumos, sendo, no seu auge, um importante pólo de produção leiteira. Digno de registo era também o seu sistema de rega, com nascentes próprias em minas no outeiro dos Alvitos, sendo as águas encaminhadas pela força da gravidade por canalizações e canais que percorriam todo o terreno, alimentando tanques, fontes e a própria habitação.
A Quinta do Alvito, que António Rodrigues, Presidente da Junta de Freguesia de Famões deseja que possa vir a ser património municipal, engalanou-se para receber as cerca de duas centenas e meia de pessoas que aceitaram o convite da autarquia tendo a oportunidade de passar uma noite memorável. Entre os presentes encontravam-se o Presidente da Junta e vários membros do seu executivo, representantes da Assembleia de Freguesia e de várias instituições e associações de Famões, bem como Mário Máximo, Presidente da Municipália.
António Rodrigues explicou-nos que «Este era um velho sonho da Junta de Freguesia de ainda não se tinha concretizado pelos elevados custos que comporta mas hoje foi possível e valeu a pena».
Com Direcção Musical e arranjos e Abel Chaves e Direcção artística e encenação de Sofia Castro o espectáculo foi produzido por Meios & Soluções e apresentou obras de Mozart, Biset, Verdi e Puccini e Donizett. A Apresentação esteve a cargo de Paula Barreira e António José.
retirado de: http://www.novaodivelas.pt/cultura-e-lazer/56-cultura-e-lazer/544-famoes-in-opera
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Assim não dá!...
Liguei há pouco, para a Biblioteca D. Dinis, a fim de saber o preço da publicação: "Odivelas em Banda Desenhada". Fui muito bem atendido por uma funcionária que me informou que essa obra custa a "módica" quantia de € 20,27. Quase que fiquei de "cara à banda". Perguntei-lhe a razão desse preço tão elevado já que tinha visto no "site" da Livraria Bulhosa, a mesma obra, com o preço de € 6.06. Informou-me que efectivamente esse já fora o preço mas... alguém superiormente decidira aumentá-lo.Pergunto eu:
A quem interessa isto? Não é missão de uma Biblioteca Municipal envidar todos os esforços para colocar a cultura a preços mais acessíveis? Ou não há interesse em que a história do nosso municipio seja conhecida pelos seus habitantes?
Assim não dá... mesmo!...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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