quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
27 de Janeiro de 2011 - Eusébio em Odivelas - Bombeiros Voluntários.
Uma
tragédia
05/01/2014
- 17:50
Primeiro,
não se acredita. Eusébio morto? Como é que pode ser? Depois acredita-se e
amaldiçoa-se o azar de Eusébio e da família dele por ele ter morrido tão cedo.
Percebe-se
que Eusébio já era um imortal há muito tempo e que, nesse sentido heróico,
continua tão vivo como antes. Foi uma imortalidade que ele criou, jogada a
jogada, de jogo em jogo, ano após ano, de golo em golo.
Mas
Eusébio faz falta. Ele era um sábio e um benfeitor, um monumento vivo que
falava com as pessoas e vivia como elas, no meio da gente. Era a última grande
figura de Lisboa.
Os
portugueses nem sempre trataram Eusébio com o respeito e a gratidão que ele não
só merecia como tinha conquistado, apesar de ter enfrentado obstáculos
formidáveis.
Eusébio era um senhor a jogar e era um senhor na vida. As grandes qualidades dele como futebolista - a inteligência, a imaginação, a solidariedade, a elegância e a audácia - nunca mais se juntaram num só jogador. Mas continuaram sempre na pessoa de Eusébio, ao lado de fraquezas que todos nós temos, provando que ele era humano.
É uma grande tristeza Eusébio não ter vivido mais anos de felicidade e de exemplo. São muitas as pessoas, de todas as idades e de todas as profissões, cujas vidas vão piorar por Eusébio já cá não estar.
Eusébio era um senhor a jogar e era um senhor na vida. As grandes qualidades dele como futebolista - a inteligência, a imaginação, a solidariedade, a elegância e a audácia - nunca mais se juntaram num só jogador. Mas continuaram sempre na pessoa de Eusébio, ao lado de fraquezas que todos nós temos, provando que ele era humano.
É uma grande tristeza Eusébio não ter vivido mais anos de felicidade e de exemplo. São muitas as pessoas, de todas as idades e de todas as profissões, cujas vidas vão piorar por Eusébio já cá não estar.
A
morte de Eusébio é uma tragédia. As tragédias choram-se. Não se celebram. A
imortalidade já era dele. Não serve de consolação nenhuma. Era imortal e bem
vivo que te queríamos, querido Eusébio.
Obrigados
por tudo o que nos deste, a começar por ti.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Famões Atético Clube.
No
Natal de 2006 João Pedro Bernardino ofereceu uma bola ao seu primo Vasco
Bernardino Nunes, que logo o desafiou para um jogo de Futebol 7 em que cada um
fazia a sua equipa. Nasceram assim as competições Bernardino e despoletou-se
uma sequência de acontecimentos que levariam ao nascimento do Famões Clube
Atlético.
(retirado de: http://famoesclubeatletico.blogspot.pt/)
domingo, 22 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
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