terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CASA DA MEMÓRIA.


A Casa da Memória foi instituída na década de 80 e foi neste edifício que até aí funcionou a Junta de Freguesia de Odivelas. Com o objectivo de proporcionar a pessoas ligadas à história e às tradições da terra a preservação e divulgação do património histórico, arquitectónico e cultural de Odivelas, colaborando em trabalhos de recuperação da zona habitacional do núcleo histórico. No entanto, este objectivo foi-se desvanecendo devido à falta de pessoas com disponibilidade para o efeito, a que acresceu o desinteresse municipal. Entretanto, as instalações foram aproveitadas para uma extensão do Centro das Taipas no âmbito da recuperação de toxicodependentes, sendo desactivada pouco tempo depois. Após obras de remodelação, a Casa da Memória foi reactivada em Dezembro de 1995, tendo sido instalada a Biblioteca Fixa Pública da Junta, um projecto em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian. No final de 1998, a Casa da Memória, devido à transferência da Biblioteca para outro local, passou a receber exposições de artistas locais que no primeiro trimestre de 2003 transitaram para o Pavilhão Polivalente. A Casa da Memória, situada no Largo da Memória, junto ao Cruzeiro de Odivelas, assumiu uma nova dinâmica em 2003 uma vez que foi assinado um Protocolo entra a Junta de Freguesia de Odivelas e o CESDIS - Centro de Estudos Sociais D. Dinis e que veio permitir por parte do Centro que a Casa da Memória alcançasse um promoção mais dinâmica da cultura e da história da nossa Cidade. Neste momento a Casa de Memória é um espaço que a Junta de Freguesia utiliza para exposições e iniciativas no âmbito da cultura. 
http://www.jf-odivelas.pt/default.aspx?id=11

Uma achega que foi colocada em comentário:

"No mandato 2005/2009, o espaço foi requalificado e inaugurado com as "Memórias da Freguesia".

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Escola Secundária da Ramada.

Presume-se, que por volta do mês de Março de 1980, tiveram inicio as obras de construção da Escola Secundária da Ramada. Como documenta a fotografia seguinte de Abril de 1980, pode verificar-se no lado esquerdo da mesma o inicio das fundações onde hoje se encontra a escola secundária da Ramada.

(http://www.esramada.pt/index.php/escola/historia/breve-historia)






sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, na Ramada.


A Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, na Ramada, foi inaugurada a 8 de Maio de 2005 pelo Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo. O Padre Daniel, foi o grande impulsionador da obra. O templo, que levou 12 anos a construir e tem 550 lugares sentados. 
O projecto inicial é da autoria do arquitecto Júlio Rodrigues. As dificuldades financeiras obrigaram a diversas alterações onde intervieram outros arquitectos à medida que a obra se ia erguendo. A primeira pedra da Igreja foi lançada em 1993.
Junto ao templo está a funcionar um infantário e ATL e um centro de idosos. As obras sociais estendem-se a S. Tomé e Príncipe com um programa de apoio a deficientes.

Além das dádivas dos fiéis, esta obra contou também com o contributo da CCRL - Comissão Coordenadora da Região de Lisboa, Câmara Municipal de Odivelas e de diversos empresários da construção civil.
Retirado de: http://www.odivelaspopular.com/sitemega/view.asp?itemid=330&catid=47






terça-feira, 14 de janeiro de 2014

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

domingo, 5 de janeiro de 2014

27 de Janeiro de 2011 - Eusébio em Odivelas - Bombeiros Voluntários.


Uma tragédia

05/01/2014 - 17:50
Primeiro, não se acredita. Eusébio morto? Como é que pode ser? Depois acredita-se e amaldiçoa-se o azar de Eusébio e da família dele por ele ter morrido tão cedo.
Percebe-se que Eusébio já era um imortal há muito tempo e que, nesse sentido heróico, continua tão vivo como antes. Foi uma imortalidade que ele criou, jogada a jogada, de jogo em jogo, ano após ano, de golo em golo.
Mas Eusébio faz falta. Ele era um sábio e um benfeitor, um monumento vivo que falava com as pessoas e vivia como elas, no meio da gente. Era a última grande figura de Lisboa.
Os portugueses nem sempre trataram Eusébio com o respeito e a gratidão que ele não só merecia como tinha conquistado, apesar de ter enfrentado obstáculos formidáveis.
Eusébio era um senhor a jogar e era um senhor na vida. As grandes qualidades dele como futebolista - a inteligência, a imaginação, a solidariedade, a elegância e a audácia - nunca mais se juntaram num só jogador. Mas continuaram sempre na pessoa de Eusébio, ao lado de fraquezas que todos nós temos, provando que ele era humano.

É uma grande tristeza Eusébio não ter vivido mais anos de felicidade e de exemplo. São muitas as pessoas, de todas as idades e de todas as profissões, cujas vidas vão piorar por Eusébio já cá não estar.
A morte de Eusébio é uma tragédia. As tragédias choram-se. Não se celebram. A imortalidade já era dele. Não serve de consolação nenhuma. Era imortal e bem vivo que te queríamos, querido Eusébio.
Obrigados por tudo o que nos deste, a começar por ti.